agosto 27, 2008

Publishnews destaca nova fase da W4 Editora

A edição de hoje do Publishnews destacou a nova fase da W4 Editora. Pra quem ainda não conhece, o Publishnews é o principal clipping do mercado editorial, publicando diariamente notícias do mundo dos livros, para aproximadamente 10 mil profissionais, entre editores, livreiros, jornalistas; além de estudantes e interessados nas letras.

Confira a notinha dada pelo PN:

Vida nova, casa nova - 27/08/2008 - por Marla Cardoso e Litiane Klein
A W4 Editora está de endereço novo, na Rua Barão do Triunfo, 1659, Brooklin Paulista, São Paulo e iniciou uma nova fase em sua “vida” – entrando na adolescência, 10 anos. Whaner Endo, seu Publisher, que por quatro anos acumulou também o cargo diretor-executivo da Asec – Associação de Editores Cristãos, agora dedica-se com exclusividade à editora nesta nova fase. Além das publicações que tratam das relações Artes x Cultura x Cristianismo, a editora pretende promover eventos e cursos voltados a seu público, como o II Fórum Nacional de Cristianismo Criativo, que acontecerá todas as sextas-feiras de novembro na Livraria Cultura do Shopping Marketplace. Outro grande projeto é o Portal Cristianismo Criativo, idealizado pela editora por ocasião do lançamento do livro homônimo, que é um espaço virtual de reflexões e discussões que procura criar mais um meio de interação onde a W4 pode aproximar-se de seus leitores.

maio 07, 2008

O Batista Baiano destaca o livro 'Cristianismo Criativo?'

Motivados pelo conteúdo do livro Cristianismo Criativo? de Steve Turner, a edição 76 do jornal O Batista Baiano - informativo oficial da Convenção Batista Baiana -, que circulou entre os meses de março e abril, destacou, na sua matéria principal, o tema artes e Cristianismo. Além de citar vários artistas regionais, o jornal também apresenta uma entrevista feita comigo... 8-)

Confira a matéria, que no final indica o Portal Cristianismo Criativo e o livro O Coração do Artista, o que comprovou o posicionamento da W4 Editora como a principal provedora de conteúdo para o artista cristão!

Arte: uma forma de adoração

Pincel na mão, quadro à frente; uma câmera na mão, uma idéia na cabeça; microfone em punho, uma canção cheia de harmonia nos lábios; notebook sobre uma mesa, diálogos, cenários e metáforas brotando na mente e escorrendo para os dedos que digitam um novo livro ou os versos de uma poesia.

As diversas manifestações artísticas que vemos neste mundo podem ser um tremendo instrumento de expressão dos sentimentos e toda criatividade do ser humano. Indo mais além, a arte se transforma em louvor ao Deus Criador dos Céus e da Terra, que, como um Compositor, inspiradamente escreveu a sinfonia que é este mundo onde vivemos.

Apesar de pouco se ouvir a respeito de artistas cristãos na mídia secular, as rádios evangélicas e nossos próprios cultos comprovam que, pelo menos, muitos músicos temos em nosso meio. Mas: qual a qualidade da música que produzimos? Excelência artística não pode ser compatível com a melodiosa adoração, edificação, conscientização ou outras formas de comunicação artística dos homens com Deus e com seus semelhantes? Na reportagem especial que você pode ler nas páginas 6 e 7, a opinião de gente que se expressa com beleza e esmero em sua profissão e carreira.

Um trecho do livro “Cristianismo Criativo?”, da W4 Editora, escrito por Steve Turner, jornalista britânico que atua como crítico de arte e já entrevistou os mais famosos artistas da Europa, serve como apoio para um debate que, desejamos, chegue a seu grupo pequeno, à classe de Escola Bíblica Dominical, círculo de amigos. Nossas igrejas podem produzir e apreciar mais a arte, uma forma de adoração ao nosso Deus.

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março 27, 2008

Christianity Today premia livro que será publicado pela W4 Editora no 2o Semestre

Por duas décadas, a revista americana Christianity Today tem premiado os melhores livros do ano, publicados nos EUA.

Em 2008, 359 títulos de 49 editoras participaram do Christianity Today Book Awards, lutando pela premiação em 10 categorias: Apologética/Evangelismo, Biografia/História, Cristianismo e Cultura, Espiritualidade, Estudo Bíblico, Ficção, Igreja/Liderança Pastoral, Missões/Acontecimentos mundiais, Teologia/Ética, Vida Cristã. Em cada categoria, além da vencedora, uma obra é selecionada para receber uma menção honrosa, pela sua qualidade e relevância.

Esse ano, a menção honrosa da categoria Igreja/Liderança Pastoral foi para o livro The Dangerous Act of Worship -Living God's Call to Justice de Mark Labberton, que será lançado pela W4 Editora no 2o semestre de 2008.

Este título tem tudo a ver com as duas linhas editoriais que a W4 Editora vem desenvolvendo nos últimos tempos - as relações entre Artes, Cultura e Cristianismo e Missão Integral), ou seja ele fala sobre adoração e justiça social; como uma não pode andar sem a outra.

Para uma editora que não tem apoio de dinheiro de fora ou de nenhuma denominação ou organização, o trabalho de aquisição é fundamental. Temos algumas novidades que, cremos, serão importantes para a igreja. Algumas traduções e, o mais legal alguns originais de autores brasileiros e, o mais importante autores inéditos!

Mas, voltando um pouco ao livro do Labberton, quando li o título do livro, já imaginei que era uma grande sacada. Ao ler a review copie percebi que o texto é extremamente profundo e, com certeza, vai incomodar muita gente...

Aguarde, que em breve vou colocar algumas críticas que já sairam sobre esse livro... Acredito que vocês vão gostar!

fevereiro 15, 2008

Cristianismo Criativo? é resenhado na revista Cristianismo Hoje

Confira abaixo a crítica favorável do jornalista Luciano Vergara na edição de fev/mar da revista Cristianismo Hoje, do livro Cristianismo criativo? Uma visão para o cristianismo e as artes de Steve Turner:

O “X” na capa de Cristianismo criativo? pode ser de empate ou embate. Nele, o jornalista inglês Steve Turner, que nas últimas três décadas vem escrevendo sobre música e cultura, deu a si mesmo uma dura missão.

Descendente de músicos regionais, e, ultimamente, autor de artigos, poesias e literatura infantil, Turner tenta
responder um antigo questionamento dos crentes: Pode uma pessoa cristã ser um profissional plenamente competente nas artes sem mirrar o seu ministério na igreja?

E a arte cristã, pode ser mais que religiosa?

Turner acha que a resposta é “sim” para ambas as perguntas.

O autor comenta a baixa qualidade de boa parte da produção artística cristã, em certa medida porque a arte é tratada como tabu nos círculos religiosos. Há pouca literatura e a que existe trata o assunto de modo frio e acadêmico, não atingindo o cerne da questão. No livro Imagine! A vision for Christianity and the Arts (título em inglês da obra), o autor propõe formatos que desafiem as pessoas a apresentarem os valores centrais de sua fé por meio da arte, rompendo o estranhamento entre o discurso religioso e a manifestação artística.

Audacioso, pode dar o que falar.

Para comprar o livro na Livraria Cultura, clique aqui.

setembro 04, 2007

Entrevista com Steve Turner - Revista Enfoque Gospel

Confira a seguir, a entrevista publicada na edição de agosto da Revista Enfoque Gospel, feita pelo jornalista Oziel Alves, com Steve Turner, autor do livro Cristianismo Criativo?

Criatividade na igreja - Oziel Alves

Imagine um mundo repleto de artistas. De seres humanos especialmente criativos e devotados à música, literatura, teatro, pintura. Imagine um mundo de concertos e óperas, em teatros ou praças públicas. Idealize quadros e esculturas; estilistas, coreógrafos, cenógrafos. Abra um livro imaginário e passeie pelo conteúdo. Adapte para as telas do cinema, da TV e pare.

Pense e imagine tudo isso sendo elaborado por cristãos. Que impacto teria na sociedade? A igreja ignoraria Shakespeare por escrever Romeu e Julieta, Hamlet ou Macbeth? Ou se orgulharia do dramaturgo da mesma forma que enche a boca para dizer ao mundo que C.S.Lewis, o escritor de Crônicas de Nárnia, era cristão?

Steve Turner é autor do livro Cristianismo Criativo? (W4 Editora) e defende a idéia de que o artista não precisa sacralizar sua arte para ser aceito pela comunidade cristã quando se converte ao Evangelho. Para ele, a arte cristã deve ser estendida e propagada para além dos templos. E, ao lançar este desafio aos artistas – o de continuarem produzindo arte secular, leva em consideração apenas a importância do testemunho e da ética cristã. Ele quer ver os cristãos revolucionando a arte contemporânea, embora não espere que esta mesma arte, por si só, converta pessoas, mas espera que ela seja boa o suficiente para despertar no apreciador da obra de arte o interesse pela vida e pelo testemunho de seu autor. “Esta é uma das chances de ser luz nas trevas. Se não estamos presentes nas artes, negamos às pessoas a oportunidade de se depararem com a nossa perspectiva”, diz ele.

Esse escritor inglês, residente em Londres e membro da igreja All Souls, em Langham Place, é também jornalista, poeta, crítico musical e consultor de empresas na América e na Europa. É colaborador das revistas Rolling Stone, Q, Christianity Today, e dos jornais The Mail on Sunday e The Times. Dentre seus vários livros estão Hungry for Heaven, Conversation with Eric Clapton, U2: Hattle and Hum, Van Morrison: Too Late to Stop Now e The Gospel According to the Beatles, entre outros. Também escreveu alguns livros infantis, sendo o primeiro deles The Day I Feel Down the Toiled, que já vendeu 120 mil cópias. Por telefone, a reportagem de Enfoque conseguiu conversar com Turner e, de suas idéias um tanto incomuns, elaborou a entrevista que segue abaixo.

ENFOQUE – Em seu livro Cristianismo Criativo?, você critica a música gospel pela delimitação e pela falta de criatividade nos assuntos tratados. De certa forma, você sugere que a música também caminhe para uma visão de mundo cristã, isto é, com letras que protestem contra o aborto, peçam o cancelamento da dívida dos países do Terceiro Mundo, dignifiquem o trabalho de um limpador de rua, etc. Além dessas idéias, que caminhos um músico cristão deve seguir para desenvolver a criatividade com sabedoria?
STEVE TURNER – O primeiro artista citado na Bíblia é Bezalel, filho de Uri (Ex 35.31). Ele diz que o espírito de Deus o presenteou com habilidade, sabedoria e conhecimento. Da mesma forma, nós precisamos de todas essas coisas. A habilidade é básica e esta você precisa desenvolver. O conhecimento você adquire através do estudo. E quando falo de conhecimento, também me refiro a um nível mais profundo de discernimento. A sabedoria, diz a Bíblia, começa com respeito e temor a Deus. Então, como artista, é necessário ter todas essas características, pois o ofício em si não é suficiente.

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agosto 15, 2007

O cristão e as artes - Revista Enfoque Gospel - Edição de Agosto 07

É consenso no mercado que é praticamente impossível, para uma pequena editora, emplacar qualquer matéria editorial em revistas de circulação nacional. Resenhas, indicações de leitura, pautas para matérias... Normalmente, esses espaços são ocupados pelas grandes editoras. Muitas vezes, pela qualidade do que publicam, mas os "jabás" e motivações comerciais estão se tornando, a cada dia, muito mais comuns, no "reinos das revistas".
É por isso que a edição de agosto da revista Enfoque Gospel é tão especial para toda equipe da W4 Editora. A matéria de capa, mais a seção de entrevista, totalizando 10 páginas, foram baseadas no livro Cristianismo Criativo?, de Steve Turner, lançado em maio na Livraria Cultura.
Na entrevista, o leitor poderá conhecer um pouco mais da visão de Turner sobre a relação artes X cristianismo e, na matéria escrita pelo jornalista Oziel Alves, como a Igreja está tratando seus artistas.
Tenho a certeza da importância dessa discussão para o futuro da Igreja e do seu papel na sociedade. Sendo assim, a W4 Editora que tem como missão produzir conteúdo que auxilie essa sinergia entre liderança da igreja e artistas cristãos, além da publicação de livros sobre essa temática, tem apoiado eventos que promovam reflexão sobre este assunto.
A relevância dessa discussão e, conseqüentemente do livro Cristianismo Criativo?, pode ser comprovada por esse espaço, numa revista com tiragem de 50 mil exemplares e circulação em todo território brasileiro. Encorajo você a comprar a revista, ler a matéria e dar um feedback à redação da Enfoque, capitaneada pela jornalista Virgínia Rodrigues, deixando sua mensagem no blog da revista.

E é claro, também incentivo você a adquirir o livro e a estudá-lo, junto com seus amigos artistas.

Clique aqui, para ler a entrevista.

julho 13, 2007

W4 Editora é destaque na Revista Ultimato

A Revista Ultimato - uma das principais revistas do segmento cristão, pela acurada linha editorial, qualidade das suas matérias e relevância no meio eclesiástico - destaca "Cristianismo Criativo?" na coluna Vamos ler! da edição de julho/agosto.

Na resenha do livro, o jornalista Sérgio Pavarini captou bem o espírito do livro e registrou:

"A apresentação foi impecável. A nova solista mandou bem e a galera do coral estava feliz com o supertalento que Deus havia enviado para o grupo. Findo o culto, uma aprendiz de Mical me puxa num canto e pergunta: 'Há quanto tempo aquela solista é crente?' — com indisfarçável ênfase negativa na palavra 'aquela'...

Influenciado pelo historiador de arte holandês Hans Rookmaaker, Francis Schaeffer discordaria desse tipo de questionamento. Ao analisar uma manifestação artística, o autor de A Morte da Razão formulou outra proposta. 'Em vez de perguntar: ‘Este artista é salvo?’, pergunte-se: ‘Esta obra de arte tem qualidade em termos técnicos?'

A teoria está no livro Cristianismo Criativo? (W4 Editora), de Steve Turner. Sem piedade, o escritor implode várias teorias em voga no problemático meio artístico cristão — se é que ele existe. Com a preguiça mental nas alturas, uma pá de gente prefere atribuir a maioria dos problemas nessa área ao Diabo. O artifício é tão cômodo quanto inútil..."

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maio 20, 2007

Como avaliar a arte cristã?

A seguir, texto escrito pelo Mark Carpenter na sua coluna Arte e Cultura da revista Ultimato, onde ele cita o livro Cristianismo Criativo?


Em janeiro de 2006 escrevi neste espaço sobre a qualidade lamentável da arte cristã. Recebi muitos e-mails de leitores igualmente incomodados com a baixa qualidade da música, arte plástica, poesia e outras expressões do meio evangélico. Alguns enviaram amostras que consideravam ser de categoria superior, e de fato me surpreendi com a qualidade de algumas delas.

Ultimamente tenho refletido a respeito dos critérios de avaliação da arte cristã. Devemos aplicar à arte cristã os mesmos padrões estéticos usados pela crítica secular? Há elementos inerentes à arte cristã que devem ser analisados usando-se outros critérios?

A W4 Editora está lançando o livro Cristianismo Criativo?, do crítico inglês Steve Turner. O autor conclama a igreja a abrigar e a consumir arte cristã em todas as suas manifestações. Jornalista acostumado a entrevistar os maiores nomes da música popular, Turner acredita que poucos meios são mais eficazes para o evangelismo e para a agregação de cristãos. Lamenta que “uma compreensão cristã ainda está ausente tanto na arte comercial quanto nos campos experimentais... O jovem culto, na média, sente-se extremamente pressionado quando tem de citar um único roteirista, dramaturgo, coreógrafo, romancista, comediante ou pintor cristão contemporâneo, por mais que o cristianismo continue sendo a religião predominante tanto na Europa quanto nas Américas.” Turner revela uma predileção não pela qualidade estética da arte, mas pela sua capacidade de despertar emoções e ações daqueles que a contemplam. Essa dinâmica, posta a serviço da causa cristã, é uma força significativa num mundo cada vez mais voltado ao lazer e ao entretenimento.

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abril 16, 2006

Walk On é resenhado no O Globo

Parece que o jornalista Rafael Rodrigues gostou mesmo do livro Walk On - A jornada espiritual do U2. Depois de citar o lançamento, ocorrido no início de fevereiro, ele acaba de postar uma resenha no mesmo blog do jornal O Globo: Paralelos - Literatura, Tendências e outros subtítulos. Abaixo a transcrição da ótima resenha sobre o Walk On:

A banda de rock irlandesa U2 não se envolveu em questões políticas e religiosas “de uns tempos pra cá”. Bono Vox, vocalista do U2, não é um oportunista em busca de um Prêmio Nobel da Paz. Se você pensa dessa maneira ou ouviu alguém dizer isso, seus problemas acabaram.

Walk On – A jornada espiritual do U2” (W4 Editora, 188 págs.) esclarece essas e outras questões. Escrito por Steve Stockman, ministro presbiteriano na Irlanda, o livro traça um paralelo entre a carreira do U2 e a relação de seus integrantes com religião e política.

Nascido em Dublin, na Irlanda, no final dos anos 70, o U2 tem, desde seu primeiro disco (“Boy”), escrito letras inspiradas na fé de seus integrantes (o cristianismo), nos acontecimentos que presenciaram na Irlanda e, posteriormente, no mundo.

(“Boy”, aliás, foi gravado numa época em que os membros da banda – exceto Adam Clayton, baixista – faziam parte de um grupo de estudos bíblicos).

A religião quase foi responsável pelo fim do U2. “Enquanto a banda estava fazendo uma turnê, entre ‘Boy’ e a gravação de ‘October’ – segundo álbum do da banda –, um membro da comunidade da região norte de Dublin dizia ter recebido uma profecia de que Deus queria que a banda parasse de tocar.”

O U2 não parou, e aquele foi um momento decisivo para o grupo. E então eles sentiram na pele que, se seguida a ferro e fogo, a crença religiosa pode ser um grande problema. De certa forma, os integrantes do U2 romperam com uma religião específica em “October”, mas não romperam com a fé que os moviam – e os move até hoje. É nesse álbum que Bono canta “Somente em você eu me completo”, dirigindo-se a Deus.

“War”, terceiro disco da banda, é o mais rebelde dos álbuns do U2. Em 1983, Bono declarou “Eu penso que, no final das contas, o grupo é totalmente rebelde por causa de nossa postura contra aquilo que as pessoas entendem ser rebeldia. Aquela coisa toda de estrelas do rock jogando seus carros dentro da piscina – isso não é rebeldia... Rebeldia começa em casa, em seu coração, em sua recusa de comprometer suas crenças e seus valores...”. É em “War” que está “Sunday Bloody Sunday”, música inspirada em duas datas terríveis para a memória dos irlandeses, e uma das mais famosas músicas do U2.

Tudo isso é explicado por Steve Stockman. Citando versos de canções e declarações dos integrantes da banda, além de, é claro, muita pesquisa.

Mas não se trata apenas de um livro sobre o U2. Ele não se resume a isso. “Walk On – A jornada espiritual do U2” é quase que um livro de História contemporânea, tamanhas são as referências que o autor faz a fatos históricos do século XX e início do século XXI.

Mais que uma análise das mensagens religiosas e políticas por trás dos álbuns do U2, o livro força o leitor questionar a religião em sua essência e a sua própria postura religiosa. O que o torna uma obra universal, pois apesar de estar ligada às canções da banda irlandesa, ela faz reflexões acerca da influência que a religião exerce sobre as pessoas em todo o mundo, e NO mundo.

De brinde, ainda conta detalhes da carreira dos quatro rapazes de Dublin.

Livro fundamental para os fãs da banda, altamente indicado para quem gosta de literatura e, de quebra, uma boa base para aqueles que questionam o posicionamento cristão.

março 02, 2006

Deu na mídia

Deu n'O Globo online Dentro do blog Paralelos, pertencente ao maior jornal do Rio de Janeiro, O Globo, postou na coluna Ponto e Vírgula a informação sobre o novo livro "Walk On - a Jornada Espiritual do U2". A coluna Ponto e Vírgula é especializada na discussão de "literatura, tendências e subtítulos" no ambiente virtual.

Também deu no Jornal da Tarde Todo aficcionado pelo U2 tem, pelo menos, 10 itens que não podem faltar em sua casa. Segundo o Jornal da Tarde divulgou em 14 de fevereiro, o livro "Walk On - a Jornada Espiritual do U2" leva a segunda posição, atrás apenas do DVD especial da tour Vertigo.

Por fim, no FolhaTeen Apesar do costumeiro mau humor dos jornalistas do FolhaTeen, fato que conquistou repercussão nas últimas duas semanas, o livro "Walk On- a Jornada Espiritual do U2" também foi publicado entre os destaques do caderno.