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Arquivo da Categoria ‘Deu na mídia’

O cristão e as artes – Revista Enfoque Gospel – Edição de Agosto 07

15, agosto, 2007

É consenso no mercado que é praticamente impossível, para uma pequena editora, emplacar qualquer matéria editorial em revistas de circulação nacional. Resenhas, indicações de leitura, pautas para matérias… Normalmente, esses espaços são ocupados pelas grandes editoras. Muitas vezes, pela qualidade do que publicam, mas os “jabás” e motivações comerciais estão se tornando, a cada dia, muito mais comuns, no “reinos das revistas”.
É por isso que a edição de agosto da revista Enfoque Gospel é tão especial para toda equipe da W4 Editora. A matéria de capa, mais a seção de entrevista, totalizando 10 páginas, foram baseadas no livro Cristianismo Criativo?, de Steve Turner, lançado em maio na Livraria Cultura.
Na entrevista, o leitor poderá conhecer um pouco mais da visão de Turner sobre a relação artes X cristianismo e, na matéria escrita pelo jornalista Oziel Alves, como a Igreja está tratando seus artistas.
Tenho a certeza da importância dessa discussão para o futuro da Igreja e do seu papel na sociedade. Sendo assim, a W4 Editora que tem como missão produzir conteúdo que auxilie essa sinergia entre liderança da igreja e artistas cristãos, além da publicação de livros sobre essa temática, tem apoiado eventos que promovam reflexão sobre este assunto.
A relevância dessa discussão e, conseqüentemente do livro Cristianismo Criativo?, pode ser comprovada por esse espaço, numa revista com tiragem de 50 mil exemplares e circulação em todo território brasileiro. Encorajo você a comprar a revista, ler a matéria e dar um feedback à redação da Enfoque, capitaneada pela jornalista Virgínia Rodrigues, deixando sua mensagem no blog da revista.

E é claro, também incentivo você a adquirir o livro e a estudá-lo, junto com seus amigos artistas.

Clique aqui, para ler a entrevista.

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W4 Editora é destaque na Revista Ultimato

13, julho, 2007

A Revista Ultimato – uma das principais revistas do segmento cristão, pela acurada linha editorial, qualidade das suas matérias e relevância no meio eclesiástico – destaca “Cristianismo Criativo?” na coluna Vamos ler! da edição de julho/agosto.

Na resenha do livro, o jornalista Sérgio Pavarini captou bem o espírito do livro e registrou:

“A apresentação foi impecável. A nova solista mandou bem e a galera do coral estava feliz com o supertalento que Deus havia enviado para o grupo. Findo o culto, uma aprendiz de Mical me puxa num canto e pergunta: ‘Há quanto tempo aquela solista é crente?’ — com indisfarçável ênfase negativa na palavra ‘aquela’…
Influenciado pelo historiador de arte holandês Hans Rookmaaker, Francis Schaeffer discordaria desse tipo de questionamento. Ao analisar uma manifestação artística, o autor de A Morte da Razão formulou outra proposta. ‘Em vez de perguntar: ‘Este artista é salvo?’, pergunte-se: ‘Esta obra de arte tem qualidade em termos técnicos?’
A teoria está no livro Cristianismo Criativo? (W4 Editora), de Steve Turner. Sem piedade, o escritor implode várias teorias em voga no problemático meio artístico cristão — se é que ele existe. Com a preguiça mental nas alturas, uma pá de gente prefere atribuir a maioria dos problemas nessa área ao Diabo. O artifício é tão cômodo quanto inútil…”

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Como avaliar a arte cristã?

20, maio, 2007

A seguir, texto escrito pelo Mark Carpenter na sua coluna Arte e Cultura da revista Ultimato, onde ele cita o livro Cristianismo Criativo?

Em janeiro de 2006 escrevi neste espaço sobre a qualidade lamentável da arte cristã. Recebi muitos e-mails de leitores igualmente incomodados com a baixa qualidade da música, arte plástica, poesia e outras expressões do meio evangélico. Alguns enviaram amostras que consideravam ser de categoria superior, e de fato me surpreendi com a qualidade de algumas delas.
Ultimamente tenho refletido a respeito dos critérios de avaliação da arte cristã. Devemos aplicar à arte cristã os mesmos padrões estéticos usados pela crítica secular? Há elementos inerentes à arte cristã que devem ser analisados usando-se outros critérios?
A W4 Editora está lançando o livro Cristianismo Criativo?, do crítico inglês Steve Turner. O autor conclama a igreja a abrigar e a consumir arte cristã em todas as suas manifestações. Jornalista acostumado a entrevistar os maiores nomes da música popular, Turner acredita que poucos meios são mais eficazes para o evangelismo e para a agregação de cristãos. Lamenta que “uma compreensão cristã ainda está ausente tanto na arte comercial quanto nos campos experimentais… O jovem culto, na média, sente-se extremamente pressionado quando tem de citar um único roteirista, dramaturgo, coreógrafo, romancista, comediante ou pintor cristão contemporâneo, por mais que o cristianismo continue sendo a religião predominante tanto na Europa quanto nas Américas.” Turner revela uma predileção não pela qualidade estética da arte, mas pela sua capacidade de despertar emoções e ações daqueles que a contemplam. Essa dinâmica, posta a serviço da causa cristã, é uma força significativa num mundo cada vez mais voltado ao lazer e ao entretenimento.

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Walk On é resenhado no O Globo

16, abril, 2006

Parece que o jornalista Rafael Rodrigues gostou mesmo do livro Walk On – A jornada espiritual do U2. Depois de citar o lançamento, ocorrido no início de fevereiro, ele acaba de postar uma resenha no mesmo blog do jornal O Globo: Paralelos – Literatura, Tendências e outros subtítulos.
Abaixo a transcrição da ótima resenha sobre o Walk On:
A banda de rock irlandesa U2 não se envolveu em questões políticas e religiosas “de uns tempos pra cá”. Bono Vox, vocalista do U2, não é um oportunista em busca de um Prêmio Nobel da Paz. Se você pensa dessa maneira ou ouviu alguém dizer isso, seus problemas acabaram.
Walk On – A jornada espiritual do U2” (W4 Editora, 188 págs.) esclarece essas e outras questões. Escrito por Steve Stockman, ministro presbiteriano na Irlanda, o livro traça um paralelo entre a carreira do U2 e a relação de seus integrantes com religião e política.
Nascido em Dublin, na Irlanda, no final dos anos 70, o U2 tem, desde seu primeiro disco (“Boy”), escrito letras inspiradas na fé de seus integrantes (o cristianismo), nos acontecimentos que presenciaram na Irlanda e, posteriormente, no mundo.
(“Boy”, aliás, foi gravado numa época em que os membros da banda – exceto Adam Clayton, baixista – faziam parte de um grupo de estudos bíblicos).
A religião quase foi responsável pelo fim do U2. “Enquanto a banda estava fazendo uma turnê, entre ‘Boy’ e a gravação de ‘October’ – segundo álbum do da banda –, um membro da comunidade da região norte de Dublin dizia ter recebido uma profecia de que Deus queria que a banda parasse de tocar.”
O U2 não parou, e aquele foi um momento decisivo para o grupo. E então eles sentiram na pele que, se seguida a ferro e fogo, a crença religiosa pode ser um grande problema. De certa forma, os integrantes do U2 romperam com uma religião específica em “October”, mas não romperam com a fé que os moviam – e os move até hoje. É nesse álbum que Bono canta “Somente em você eu me completo”, dirigindo-se a Deus.
“War”, terceiro disco da banda, é o mais rebelde dos álbuns do U2. Em 1983, Bono declarou “Eu penso que, no final das contas, o grupo é totalmente rebelde por causa de nossa postura contra aquilo que as pessoas entendem ser rebeldia. Aquela coisa toda de estrelas do rock jogando seus carros dentro da piscina – isso não é rebeldia… Rebeldia começa em casa, em seu coração, em sua recusa de comprometer suas crenças e seus valores…”. É em “War” que está “Sunday Bloody Sunday”, música inspirada em duas datas terríveis para a memória dos irlandeses, e uma das mais famosas músicas do U2.
Tudo isso é explicado por Steve Stockman. Citando versos de canções e declarações dos integrantes da banda, além de, é claro, muita pesquisa.
Mas não se trata apenas de um livro sobre o U2. Ele não se resume a isso. “Walk On – A jornada espiritual do U2” é quase que um livro de História contemporânea, tamanhas são as referências que o autor faz a fatos históricos do século XX e início do século XXI.
Mais que uma análise das mensagens religiosas e políticas por trás dos álbuns do U2, o livro força o leitor questionar a religião em sua essência e a sua própria postura religiosa. O que o torna uma obra universal, pois apesar de estar ligada às canções da banda irlandesa, ela faz reflexões acerca da influência que a religião exerce sobre as pessoas em todo o mundo, e NO mundo.
De brinde, ainda conta detalhes da carreira dos quatro rapazes de Dublin.
Livro fundamental para os fãs da banda, altamente indicado para quem gosta de literatura e, de quebra, uma boa base para aqueles que questionam o posicionamento cristão.

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Deu na mídia

2, março, 2006

Deu n’O Globo online
Dentro do blog Paralelos, pertencente ao maior jornal do Rio de Janeiro, O Globo, postou na coluna Ponto e Vírgula a informação sobre o novo livro “Walk On – a Jornada Espiritual do U2″. A coluna Ponto e Vírgula é especializada na discussão de “literatura, tendências e subtítulos” no ambiente virtual.

Também deu no Jornal da Tarde
Todo aficcionado pelo U2 tem, pelo menos, 10 itens que não podem faltar em sua casa. Segundo o Jornal da Tarde divulgou em 14 de fevereiro, o livro “Walk On – a Jornada Espiritual do U2″ leva a segunda posição, atrás apenas do DVD especial da tour Vertigo.

Por fim, no FolhaTeen
Apesar do costumeiro mau humor dos jornalistas do FolhaTeen, fato que conquistou repercussão nas últimas duas semanas, o livro “Walk On- a Jornada Espiritual do U2″ também foi publicado entre os destaques do caderno.

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