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	<title>Blog da W4 Editora &#187; Deu na mídia</title>
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	<description>Especializada em conteúdo que trate das relações entre artes X cultura X cristianismo</description>
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		<title>Publishnews destaca nova fase da W4 Editora</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 18:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Produção Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[W4 Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição de hoje do Publishnews destacou a nova fase da W4 Editora. Pra quem ainda não conhece, o Publishnews é o principal clipping do mercado editorial, publicando diariamente notícias do mundo dos livros, para aproximadamente 10 mil profissionais, entre editores, livreiros, jornalistas; além de estudantes e interessados nas letras. Confira a notinha dada pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="10" src="http://www.publishnews.com.br/imagens/topo/topo_03.gif" align="right"><br />
A edição de hoje do Publishnews destacou a nova fase da W4 Editora. Pra quem ainda não conhece, o Publishnews é o principal clipping do mercado editorial, publicando diariamente notícias do mundo dos livros, para aproximadamente 10 mil profissionais, entre editores, livreiros, jornalistas; além de estudantes e interessados nas letras.
<p>
Confira a notinha dada pelo PN:<br />
<img hspace="10" src="http://www.publishnews.com.br/imagens/noticias/W4_120.jpg" align="left">Vida nova, casa nova &#8211; 27/08/2008 &#8211; por Marla Cardoso e Litiane Klein<br />
A <strong>W4 Editora</strong> está de endereço novo, na Rua Barão do Triunfo, 1659, Brooklin Paulista, São Paulo e iniciou uma nova fase em sua “vida” – entrando na adolescência, 10 anos. Whaner Endo, seu Publisher, que por quatro anos acumulou também o cargo diretor-executivo da Asec – Associação de Editores Cristãos, agora dedica-se com exclusividade à editora nesta nova fase. Além das publicações que tratam das relações Artes x Cultura x Cristianismo, a editora pretende promover eventos e cursos voltados a seu público, como o II Fórum Nacional de Cristianismo Criativo, que acontecerá todas as sextas-feiras de novembro na Livraria Cultura do Shopping Marketplace. Outro grande projeto é o <a href="http://www.cristianismocriativo.com.br" target="_blank">Portal Cristianismo Criativo</a>, idealizado pela editora por ocasião do lançamento do livro homônimo, que é um espaço virtual de reflexões e discussões que procura criar mais um meio de interação onde a W4 pode aproximar-se de seus leitores.</p>
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		<title>O Batista Baiano destaca o livro &#8216;Cristianismo Criativo?&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 18:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[W4 Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[Motivados pelo conteúdo do livro Cristianismo Criativo? de Steve Turner, a edição 76 do jornal O Batista Baiano &#8211; informativo oficial da Convenção Batista Baiana -, que circulou entre os meses de março e abril, destacou, na sua matéria principal, o tema artes e Cristianismo. Além de citar vários artistas regionais, o jornal também apresenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="10" src="http://www.w4editora.com.br/imagens/batistabaiano.jpg" align="right" vspace="1"><br />
Motivados pelo conteúdo do livro <strong>Cristianismo Criativo? de Steve Turner</strong>, a edição 76 do jornal O Batista Baiano &#8211; informativo oficial da Convenção Batista Baiana -, que circulou entre os meses de março e abril, destacou, na sua matéria principal, o tema artes e Cristianismo.<br />
Além de citar vários artistas regionais, o jornal também apresenta uma entrevista feita comigo&#8230; <img src='http://www.w4editora.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8-)' class='wp-smiley' /> Confira a matéria, que no final indica o <a href="http://www.cristianismocriativo.com.br" target="_blank">Portal Cristianismo Criativo</a> e o livro <a href="http://www.w4editora.com.br/coracaodoartista.html" target="_blank">O Coração do Artista</a>, o que comprovou o posicionamento da <strong>W4 Editora </strong>como a principal provedora de conteúdo para o artista cristão!<br />
<strong>Arte: uma forma de adoração</strong><br />
Pincel na mão, quadro à frente; uma câmera na mão, uma idéia na cabeça;  microfone em punho, uma canção cheia de harmonia nos lábios; notebook sobre uma mesa, diálogos, cenários e metáforas brotando na mente e escorrendo para os dedos que digitam um novo livro ou os versos de uma poesia.<br />
As diversas manifestações artísticas que vemos neste mundo podem ser um tremendo instrumento de expressão dos sentimentos e toda criatividade do ser humano. Indo mais além, a arte se transforma em louvor ao Deus Criador dos Céus e da Terra, que, como um Compositor, inspiradamente escreveu a sinfonia que é este mundo onde vivemos.<br />
Apesar de pouco se ouvir a respeito de artistas cristãos na mídia secular, as rádios evangélicas e nossos próprios cultos comprovam que, pelo menos, muitos músicos temos em nosso meio. Mas: qual a qualidade da música que produzimos? Excelência artística não pode ser compatível com a melodiosa adoração, edificação, conscientização ou outras formas de comunicação artística dos homens com Deus e com seus semelhantes? Na reportagem especial que você pode ler nas páginas 6 e 7, a opinião de gente que se expressa com beleza e esmero em sua profissão e carreira.<br />
Um trecho do livro “<strong>Cristianismo Criativo?</strong>”, da <strong>W4 Editora</strong>, escrito por Steve Turner, jornalista britânico que atua como crítico de arte e já entrevistou os mais famosos artistas da Europa, serve como apoio para um debate que, desejamos, chegue a seu grupo pequeno, à classe de Escola Bíblica Dominical, círculo de amigos. Nossas igrejas podem produzir e apreciar  mais a arte, uma forma de adoração ao nosso Deus.</p>
<p><span id="more-93"></span><br />
<strong>Pelo progresso das artes</strong><br />
Apesar de todos concordarmos que as manifestações artísticas glorificam a Deus, pouco se ouve sobre artistas cristãos (com exceção dos  músicos) que exercitem seu dom como forma de adoração. Nesta reportagem especial, confira a opinião de artistas cristãos e outras pessoas que lidam na área que envolve, pintura, literatura, teatro, dança, cinema, entre outras linguagens. Acima, quadros do pintor Costa Lima, de Salvador.<br />
Estar diante de uma obra de arte suscita reações diversas nas pessoas. Geralmente, se é um produto excelente, leva à estupefação, à admiração, ao aplauso.<br />
Certo é: as artes podem ser um bom motivo para o homem glorificar a Deus pela criatividade do artista, pela inspiração para pintar um quadro, interpretar uma peça teatral, cantar uma harmoniosa canção ou escrever um livro cativante e inteligente.<br />
Todavia, não obstante de ser Deus o doador dos dons e talentos, pouco se ouve falar de um artista, com exceção dos nossos próprios músicos, que seja cristão. Além disso, as comunidades cristãs recorrem com timidez às manifestações artísticas para prestar adoração a Deus. Por que isso acontece?<br />
Na opinião de Whaner Endo, editor da <strong>W4 Editora</strong>, responsável no Brasil por publicar o livro <strong>“Cristianismo Criativo?” </strong>(leia trecho na página ao lado), a igreja costuma dividir muito o dito “sagrado” do “profano” e isso prejudica a compreensão do que pode ser usado de artístico dentro da igreja ou  o que seria mais pertinente para ser  consumido pelos fiéis.<br />
“Uma das maiores falácias existentes, e uma das mais prejudiciais ao cristianismo, é essa dicotomia entre vida espiritual e vida secular. O cristianismo deve ser marca em todas as áreas da nossa vida (como se esta pudesse ser dividida&#8230;). A mensagem de Cristo nos molda e nos direciona”, avalia o editor.<br />
Para Whaner, o “cristianismo criativo” é aquele que faz diferença fora dos muros das igrejas. Como, então, superar o baixo nível na arte cristã?  “Primeiro, é preciso acabar com aquela história que ‘se é pra Jesus, pode ser de qualquer jeito, se for feito com amor e unção’. Segundo, devemos provocar e instigar às pessoas a conhecerem mais sobre arte, visitarem exposicões, shows, lerem livros, irem ao cinema, teatro, enfim. Terceiro, precisamos valorizar a arte popular, que é uma das melhores coisas que o Brasil tem. E por fim, conhecer o porteiro, conversar com o padeiro, relacionar-se com seu colega no chão da fábrica, com seus pares da academia&#8230; ou seja, viver com o próximo aquilo que pregamos só assim saberemos quais as demandas da sociedade”, diz.<br />
A visão do próprio autor do livro publicado pela <strong>W4</strong>, Steve Turner, é a de que as artes não necessariamente precisam ser utilizadas em todas as suas linguagens na igreja, mas que ela precisa ser feita com excelência. “Não vejo o trabalho dos artistas na cultura como algo que deva ser organizado pela igreja. Quando realizo o meu trabalho, sou como o encanador ou o médico cristão. Busco entender meu próprio trabalho da maneira cristã de fazê-lo e eu acho que estou indo bem”, declarou, em entrevista à Revista Enfoque Gospel ano passado.<br />
Por outro lado, Turner  percebe o trabalho do artista cristão como uma possibilidade de anunciar Jesus – mas sem que isso seja um sermão. “O artista cristão muitas vezes será aquele que irrita, que inquieta a visão antropocêntrica do mundo para a qual a natureza caída tende naturalmente”, explica em um trecho do seu livro.<br />
ARTISTAS – Hiran Monteiro, 39 anos, é um músico que exercita sua arte fora das quatro paredes. Arranjador do grupo vocal Banda de Boca, também trabalha com trilha sonora para filmes publicitários, faz produção musical, arranjo para CDs e direção musical.<br />
Membro da Igreja Batista da Cidade (Salvador), ele segue na mesma linha do autor do livro e ainda lembra o escritor bíblico. “Toda boa dádiva e todo dom perfeito é lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação, ou sombra de mudança (Tiago 1.7). A música, e toda forma de arte, são dons divinos. A música, mas não só ela, causa bem estar e fascínio. Isso é dom de Deus, não é nada que o homem criou”, afirma Hiran.<br />
Outro cristão que, por meio de sua atividade profissional, glorifica a Deus é o artista plástico Antonio João de Costa Lima, membro da IB da Graça (Salvador) Ele assina suas telas com os dois últimos sobrenomes, Costa Lima, e mantém um ateliê no bairro de Brotas.  “Decência” é um critério importante para ele. “Acho que todo trabalho que se realiza dentro do critério de decência, glorifica a Deus e encaminha as pessoas a pensarem, seja de qual modalidade for, pintura, teatro, literatura”, cita.<br />
Em seus quadros (veja acima), ele, “vez por outra” pinta algo que remete à Bíblia. “Um campo com cordeiros lembra o Salmo 23. Um quadro com pão e espigas de trigo dá a entender que são  elementos da ceia”, ilustra. Costa Lima constata que, de uma forma geral, a igreja não possui líderes no campo das artes, “embora tenhamos talentos mil. Não há pessoas que se arvorem a criar grupos de artistas”.<br />
Ao lado, veja indicações de sites, livros e locais que podem nos despertar mais para a manifestação artística entre nós. Afinal de contas, Deus é o maior artista do qual temos notícia.<br />
<strong>Arte pode ajudar crianças</strong><br />
Tainah Lima é uma artista plástica que atualmente usa sua veia criativa como designer. Ela idealiza e formata capas de CDs e livros (é dela a ilustração da capa do próximo livro do Pr. Alan Cordeiro, “Primaveras”), cria logomarcas e desenha cartazes, para citar algumas de suas atividades. Continua pintando, mas para fins pessoais, de distração, em tinta acrílica sobre tela. A última exposição que ela fez foi há cerca de seis anos. “Transfiro minha arte para a parte gráfica”, explica.<br />
Há três anos membro da Igreja Batista da Cidade, em Salvador, Tainah ingressou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (Ufba) no fim da década de 90 quando ainda era católica. Apesar do estigma que pesa sobre muitos cursos da área de arte, ela procura desmistificar um pouco a visão de que o campo é mais propício ao distanciamento de Deus. “Quando passei na Ufba, pude ver que existe um ambiente que existe em qualquer tipo de curso universitário. Isso é uma idéia falsa”, combate.<br />
Para ela, as religiões, de uma maneira geral, não se preocupam muito com as artes e, no nosso meio, há precon-ceito e não se encontra apoio para a carreira artística.<br />
ARTE INFANTIL – Para Tainah Lima, as artes plásticas podem ser usada, por exemplo, como ferramenta para evange-lização, na própria  decoração da igreja, nas ilustrações em banners ou nos murais.<br />
E ela ainda vê outras formas de fomentar a expressão artística no meio cristão: dentro do departamento infantil. “A criança  tem a disposição de desenhar, pintar, fazer escultura. Isso poderia ser utilizado de maneira positiva na formação cristã. Penso sempre no lado subjetivo, ou seja, na relação de companheirismo, de trabalho em equipe que a arte propicia”.<br />
A artista plástica lembra o caráter expressivo das artes, que permite à criança  demonstrar de uma maneira livre sua personalidade. “Quan-do a criança pinta, ela pode expressar muito do que ela é, seus traumas. Verbalizar é mais difícil para as crianças. Acho que as artes ajudam nisso. Além de que, usando as artes com esse grupo, podemos acabar estimulando alguém que tenha o dom para a área e segui-la”.<br />
Rory Noland, autor do livro “<a href="http://www.w4editora.com.br/coracaodoartista.html" target="_blank">O Coração do Artista</a>”, publicado pela W4 Editora, lembra que as artes podem ser extremamente poderosas. Ele cita episódio em que Saul foi exposto a um grupo de músicos que possuia um poderoso ministério profético. A ministração deles afetou tão profundamente a Saul que ele “tornou-se um outro homem”, como se vê no capítulo 10 de I Samuel.“As artes podem ter um poderoso impacto se forem produzidas na unção e no poder do Espírito Santo”, completa.<br />
<u>Livros, sites e espaços de produção/discussão sobre a arte</u><br />
<strong>Cristianismo Criativo? &#8211; Steve Turner</strong><br />
O livro desenvolve a tese de que a arte não é algo ilícito aos cristãos. Pelo contrário, deve ser uma forma de expressão da fé de modo criativo, gracioso e verdadeiro.<br />
<a href="http://www.cristianismocriativo.com.br" target="_blank">www.cristianismocriativo.com.br</a><br />
Discute as relações entre arte e cultura x cristianismo e se propõe a estimular os artistas cristãos a produzirem arte de qualidade e relevante para toda a sociedade.<br />
<strong>O Coração do Artist a &#8211; Rory Noland</strong><br />
Voltado para aqueles que atuam com a arte na igreja, trata do caráter do artista, serviço X estrelato, excelência X perfeccionismo, controle das emoções, tentações, críticas e as disciplinas espirituais do artista | W4 Editora | <a href="http://www.w4editora.com.br" target="_blank">www.w4editora.com.br</a><br />
<strong>Atêlie de artes plásticas &#8211; Costa Lima</strong><br />
Av. D. João, 975,  Edifício Eneida, apartamento 24 &#8211; Brotas &#8211; Salvador. Visitas mediante marcação de horário | (71) 3356-8312 / 9979-6069 | www.costalimapintor.com<br />
<strong>Centro de Capacitação Kate White</strong><br />
A escola de arte dos batistas baianos. Cursos de pintura, música, culinária, entre outros. Praça do Centenário Batista, 01 &#8211; Mercês &#8211; Salvador. (71) 3329-5675<br />
Para comprar o livro na Livraria Cultura, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=4571&amp;tipo=2&amp;isbn=858708626X" target="blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Christianity Today premia livro que será publicado pela W4 Editora no 2o Semestre</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 16:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[W4 Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[Por duas décadas, a revista americana Christianity Today tem premiado os melhores livros do ano, publicados nos EUA. Em 2008, 359 títulos de 49 editoras participaram do Christianity Today Book Awards, lutando pela premiação em 10 categorias: Apologética/Evangelismo, Biografia/História, Cristianismo e Cultura, Espiritualidade, Estudo Bíblico, Ficção, Igreja/Liderança Pastoral, Missões/Acontecimentos mundiais, Teologia/Ética, Vida Cristã. Em cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="10" src="http://www.w4editora.com.br/imagens/capa/200px/capa_dangerous_200.jpg" align="left" vspace="1"><br />
Por duas décadas, a revista americana Christianity Today tem premiado os melhores livros do ano, publicados nos EUA.
<p>
Em 2008, 359 títulos de 49 editoras participaram do <a href="http://www.christianitytoday.com/ct/2008/april/10.28.html" target="_blank">Christianity Today Book Awards</a>, lutando pela premiação em 10 categorias: Apologética/Evangelismo, Biografia/História, Cristianismo e Cultura, Espiritualidade, Estudo Bíblico, Ficção, Igreja/Liderança Pastoral, Missões/Acontecimentos mundiais, Teologia/Ética, Vida Cristã. Em cada categoria, além da vencedora, uma obra é selecionada para receber uma menção honrosa, pela sua qualidade e relevância.
<p>
Esse ano, a menção honrosa da categoria Igreja/Liderança Pastoral foi para o livro The Dangerous Act of Worship -Living God&#8217;s Call to Justice de Mark Labberton, que será lançado pela <strong>W4 Editora</strong> no 2o semestre de 2008.
<p>
Este título tem tudo a ver com as duas linhas editoriais que a W4 Editora vem desenvolvendo nos últimos tempos &#8211; as relações entre Artes, Cultura e Cristianismo e Missão Integral), ou seja ele fala sobre adoração e justiça social; como uma não pode andar sem a outra.
<p>
Para uma editora que não tem apoio de dinheiro de fora ou de nenhuma denominação ou organização, o trabalho de aquisição é fundamental. Temos algumas novidades que, cremos, serão importantes para a igreja. Algumas traduções e, o mais legal alguns originais de autores brasileiros e, o mais importante autores inéditos!
<p>
Mas, voltando um pouco ao livro do Labberton, quando li o título do livro, já imaginei que era uma grande sacada. Ao ler a <em>review copie</em> percebi que o texto é extremamente profundo e, com certeza, vai incomodar muita gente&#8230;
<p>
Aguarde, que em breve vou colocar algumas críticas que já sairam sobre esse livro&#8230; Acredito que vocês vão gostar!</p>
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		<title>Cristianismo Criativo? é resenhado na revista Cristianismo Hoje</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 11:11:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[W4 Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira abaixo a crítica favorável do jornalista Luciano Vergara na edição de fev/mar da revista Cristianismo Hoje, do livro Cristianismo criativo? Uma visão para o cristianismo e as artes de Steve Turner: O “X” na capa de Cristianismo criativo? pode ser de empate ou embate. Nele, o jornalista inglês Steve Turner, que nas últimas três [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="10" src="http://www.w4editora.com.br/imagens/ch_fevmar.jpg" align="left" vspace="1"><br />
Confira abaixo a crítica favorável do jornalista Luciano Vergara na edição de fev/mar da revista Cristianismo Hoje, do livro Cristianismo criativo? Uma visão para o cristianismo e as artes de Steve Turner:<br />
<em>O “X” na capa de <a href="http://www.w4editora.com.br/cristianismocriativo.html" target="_blank">Cristianismo criativo?</a> pode ser de empate ou embate. Nele, o jornalista inglês Steve Turner, que nas últimas três décadas vem escrevendo sobre música e cultura, deu a si mesmo uma dura missão.<br />
Descendente de músicos regionais, e, ultimamente, autor de artigos, poesias e literatura infantil, Turner tenta<br />
responder um antigo questionamento dos crentes: Pode uma pessoa cristã ser um profissional plenamente competente nas artes sem mirrar o seu ministério na igreja?<br />
E a arte cristã, pode ser mais que religiosa?<br />
Turner acha que a resposta é “sim” para ambas as perguntas.<br />
O autor comenta a baixa qualidade de boa parte da produção artística cristã, em certa medida porque a arte é tratada como tabu nos círculos religiosos. Há pouca literatura e a que existe trata o assunto de modo frio e acadêmico, não atingindo o cerne da questão. No livro Imagine! A vision for Christianity and the Arts (título em inglês da obra), o autor propõe formatos que desafiem as pessoas a apresentarem os valores centrais de sua fé por meio da arte, rompendo o estranhamento entre o discurso religioso e a manifestação artística.<br />
<strong>Audacioso, pode dar o que falar.</strong></em><br />
Para comprar o livro na Livraria Cultura, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=4571&amp;tipo=2&amp;isbn=858708626X" target="blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista com Steve Turner &#8211; Revista Enfoque Gospel</title>
		<link>http://www.w4editora.com.br/blog/2007/09/04/entrevista-com-steve-turner-revista-enfoque-gospel/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 19:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[W4 Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a seguir, a entrevista publicada na edição de agosto da Revista Enfoque Gospel, feita pelo jornalista Oziel Alves, com Steve Turner, autor do livro Cristianismo Criativo? Criatividade na igreja &#8211; Oziel Alves Imagine um mundo repleto de artistas. De seres humanos especialmente criativos e devotados à música, literatura, teatro, pintura. Imagine um mundo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="10" src="http://www.revistaenfoque.com.br/imagens/12/12e307096ff8816bb5e7d6fd008c03f4" align="left" vspace="1" border="1" />Confira a seguir, a entrevista publicada na edição de agosto da Revista Enfoque Gospel, feita pelo jornalista Oziel Alves, com Steve Turner, autor do livro Cristianismo Criativo?<br />
<strong>Criatividade na igreja</strong> &#8211; <em>Oziel Alves</em><br />
Imagine um mundo repleto de artistas. De seres humanos especialmente criativos e devotados à música, literatura, teatro, pintura. Imagine um mundo de concertos e óperas, em teatros ou praças públicas. Idealize quadros e esculturas; estilistas, coreógrafos, cenógrafos. Abra um livro imaginário e passeie pelo conteúdo. Adapte para as telas do cinema, da TV e pare.<br />
Pense e imagine tudo isso sendo elaborado por cristãos. Que impacto teria na sociedade? A igreja ignoraria Shakespeare por escrever Romeu e Julieta, Hamlet ou Macbeth? Ou se orgulharia do dramaturgo da mesma forma que enche a boca para dizer ao mundo que C.S.Lewis, o escritor de Crônicas de Nárnia, era cristão?<br />
Steve Turner é autor do livro <a href="http://www.w4editora.com.br/cristianismocriativo.html" target="_blank">Cristianismo Criativo?</a> (W4 Editora) e defende a idéia de que o artista não precisa sacralizar sua arte para ser aceito pela comunidade cristã quando se converte ao Evangelho. Para ele, a arte cristã deve ser estendida e propagada para além dos templos. E, ao lançar este desafio aos artistas – o de continuarem produzindo arte secular, leva em consideração apenas a importância do testemunho e da ética cristã. Ele quer ver os cristãos revolucionando a arte contemporânea, embora não espere que esta mesma arte, por si só, converta pessoas, mas espera que ela seja boa o suficiente para despertar no apreciador da obra de arte o interesse pela vida e pelo testemunho de seu autor. “Esta é uma das chances de ser luz nas trevas. Se não estamos presentes nas artes, negamos às pessoas a oportunidade de se depararem com a nossa perspectiva”, diz ele.<br />
Esse escritor inglês, residente em Londres e membro da igreja All Souls, em Langham Place, é também jornalista, poeta, crítico musical e consultor de empresas na América e na Europa. É colaborador das revistas Rolling Stone, Q, Christianity Today, e dos jornais The Mail on Sunday e The Times. Dentre seus vários livros estão Hungry for Heaven, Conversation with Eric Clapton, U2: Hattle and Hum, Van Morrison: Too Late to Stop Now e The Gospel According to the Beatles, entre outros. Também escreveu alguns livros infantis, sendo o primeiro deles The Day I Feel Down the Toiled, que já vendeu 120 mil cópias. Por telefone, a reportagem de Enfoque conseguiu conversar com Turner e, de suas idéias um tanto incomuns, elaborou a entrevista que segue abaixo.<br />
<em>ENFOQUE – Em seu livro Cristianismo Criativo?, você critica a música gospel pela delimitação e pela falta de criatividade nos assuntos tratados. De certa forma, você sugere que a música também caminhe para uma visão de mundo cristã, isto é, com letras que protestem contra o aborto, peçam o cancelamento da dívida dos países do Terceiro Mundo, dignifiquem o trabalho de um limpador de rua, etc. Além dessas idéias, que caminhos um músico cristão deve seguir para desenvolver a criatividade com sabedoria?</em><br />
<strong>STEVE TURNER – O primeiro artista citado na Bíblia é Bezalel, filho de Uri (Ex 35.31). Ele diz que o espírito de Deus o presenteou com habilidade, sabedoria e conhecimento. Da mesma forma, nós precisamos de todas essas coisas. A habilidade é básica e esta você precisa desenvolver. O conhecimento você adquire através do estudo. E quando falo de conhecimento, também me refiro a um nível mais profundo de discernimento. A sabedoria, diz a Bíblia, começa com respeito e temor a Deus. Então, como artista, é necessário ter todas essas características, pois o ofício em si não é suficiente. </strong></p>
<p><span id="more-79"></span><br />
<em>ENFOQUE – Como um músico cristão pode ser relevante na igreja e na sociedade? O que você acha de o músico cristão tocar fora da igreja?</em><br />
<strong>STEVE TURNER – Se um músico fosse se converter, sua primeira reação provavelmente seria dizer: “Agora eu quero utilizar a bênção que recebi para o serviço de Deus”. Ótimo, mas no entendimento instantâneo das pessoas, ele provavelmente começará a cantar músicas evangélicas, especialmente em igrejas. Agora, se um encanador se torna cristão, nós não temos a tendência de pensar que ele só fará reparos no encanamento de igrejas. Então, eu quero encorajar os artistas que se convertem que considerem o fato de permanecerem onde estão, mas com uma atitude renovada em relação ao seu trabalho. Se todos os artistas que se tornarem cristãos se envolverem somente com o evangelismo, de modo geral, eles estarão negando sua cultura e os benefícios de sua habilidade e sua capacidade criativa. </strong><br />
<em>ENFOQUE – Você diz que cresceu “dentro de um evangelicalismo que não preparava as pessoas para um papel dinâmico na cultura secular”. Como você considera a formação do cristão contemporâneo em relação a esta preparação? </em><br />
<strong>STEVE TURNER – A coisa boa a respeito da maneira como fui criado é que nos foi passado um grande conhecimento das Sagradas Escrituras e isso realmente nos marcou, pois percebemos que nossa relação com Deus era a coisa mais importante. Havia uma série de condenações, como o cinema, por exemplo, entre outras coisas. No entanto, sou até capaz de aceitar que aquilo era uma tentativa, embora discutível, de aplicar os valores bíblicos à cultura. Hoje em dia, o problema em ser mais liberal com relação a essas proibições é que isso pode tornar as pessoas meras consumidoras da cultura secular. Não há uma tentativa de filtrar a cultura através de um entendimento bíblico. Aliás, o conhecimento bíblico de hoje é muito superficial. Uma vez alguém me disse: “O cristianismo norte-americano tem 5 quilômetros de extensão e meio centímetro de profundidade”. </strong><br />
<em>ENFOQUE – Você se opõe à idéia de separação entre a vida secular e a vida espiritual. Quais são os seus argumentos?</em><br />
<strong>STEVE TURNER – Era a filosofia grega, especialmente Platão, que separava o sagrado do secular. Ele achava que o corpo humano e suas necessidades nos impediam de obter uma maior aproximação de Deus. Os cristãos adotaram essa postura e agem como se a coisa mais importante da vida fosse orar, ler a Bíblia e louvar. Agem como se comer, amar, brincar e trabalhar fossem nada mais que intrusos em nossa vida. A visão da Bíblia é que Deus nos criou para amar e orar, para comer e louvar, para brincar e evangelizar. Ele nos vê como pessoas completas e gosta de nos ver integrados nessas atividades. O resultado desse pensamento culposo é que os cristãos têm uma ideologia de oração e gerenciamento de igrejas, mas não de trabalho e lazer.</strong><br />
<em>ENFOQUE – Inegavelmente, a arte pode ser vista como manifestação de rebeldia e descontentamento em relação às regras ou a um sistema por completo. Através dela é possível brincar com o perigo sem risco direto. As palavras podem não representar o óbvio e, assim, “muito belo” pode significar “muito feio”, enfim. A arte concede ao artista a oportunidade de expressar sentimentos e pensamentos, sem medo de represálias. Em relação ao estigma de que &#8220;todo artista é rebelde”, qual é a sua contraposição?</em><br />
<strong>STEVE TURNER – Penso que os artistas são mais idealistas do que propriamente rebeldes. Eles costumam idealizar uma sociedade perfeita porque têm imaginação para isso. E, também, pelo fato de que normalmente trabalham sozinhos, não tendo, assim, a mesma mentalidade das pessoas que trabalham em uma empresa. Eles não têm que obedecer às mesmas regras e códigos de conduta. Alguns artistas desenvolvem uma espécie de “rebeldia aceitável” – aquele tipo de rebeldia que não chega a incomodar a sociedade, mas que ao final é recompensada pela mesma.</strong><br />
<em>ENFOQUE – A arte dramática está entre as maiores oposições do cristianismo. Jovens que sonham com as carreiras de atores e atrizes seculares, não raro, são aconselhados por líderes a desistirem de seus objetivos. O principal argumento é de que essas práticas, desde as primeiras oficinas, exigem do artista representações físicas impróprias ao cristão. Alguns desistem dos sonhos e dificilmente superam a frustração. Muitos se auto-reprimem, outros abandonam a fé. Como conhecedor das influências do mundo artístico, qual a sua posição frente à inclusão do cristão nas artes dramáticas?</em><br />
<strong>STEVE TURNER – Atores encarnam personagens criados pela mente do autor e isso é realmente complicado, porque não é comum encontrar um escritor que crie personagens que façam o intérprete cristão se sentir cem por cento à vontade. Quando falamos sobre o que um autor deve ou não fazer no palco, acho que a coisa mais importante é a mensagem do filme ou peça teatral. A mensagem de Macbeth, por exemplo, é mostrar o que acontece quando você permite que o demônio domine suas ações. Agora, para representar bem esse tipo de papel, você tem que encarnar o personagem. Acho que os cristãos deveriam analisar melhor a questão da idolatria e não se aterem à tentativa de ser como Deus. </strong><br />
<em>ENFOQUE – E quanto à questão do beijo, ou fazer um papel sensual? Você acha que é inadmissível perante a fé cristã? É possível atuar em uma peça escrita por um dramaturgo não cristão? Se sua resposta for não, você acha que os atores e atrizes cristãos deveriam desistir de seus sonhos?</em><br />
<strong>STEVE TURNER – Nós não devemos pensar em “temas cristãos”. Deveríamos pensar em verdade e excelência. Quando pensamos em temas cristãos, nos vêm à mente histórias bíblicas e histórias de pecado, arrependimento e conversão. Hanz Rookmaaker, um estudioso da história da arte, costumava dizer que deveríamos questionar toda e qualquer obra artística com as seguintes perguntas: “Ela é boa tecnicamente?”, “Tem integridade?”, “É verdadeira?”. Algumas músicas dos Rolling Stones ou da Madonna podem passar nesses três critérios, enquanto alguns hinos podem falhar em um ou dois. Se eu leio um poema, não me pergunto se ele é cristão, mas se foi bem escrito, se o autor atingiu seu objetivo ou se tem coerência com a verdade da maneira que eu a conheço. As pessoas devem lembrar que os artistas normalmente não são chamados a serem evangélicos; logo, não podem ser julgados de acordo com esses padrões. Uma pintura ou uma dança não é um sermão disfarçado. De que maneira um médico cristão poderia ser julgado? Pelo número de pessoas que ele evangelizou? É claro que não! Julgamos um médico pela sua capacidade de diagnóstico, bem como por sua competência em tratar doenças e também pela maneira de lidar com os pacientes.</strong><br />
<em>ENFOQUE – Cristianismo e moda sempre estiveram separados por um precipício denominado “vaidade”. Esta é outra área da arte em que a presença do cristão é praticamente nula. Os comentários de que o homossexualismo e a prostituição povoam os bastidores, sobretudo em início de carreira, sustentam o preconceito. Você vê alguma objeção em um cristão desfilar nas passarelas do mundo fashion? </em><br />
<strong>STEVE TURNER – Eu sei que há cristãos trabalhando no mundo fashion aqui em Londres, em Nova York, em Los Angeles&#8230; Acho que eles deveriam ler o que a Bíblia diz sobre as roupas. Em primeiro lugar, precisamos de roupas para cobrir a nossa nudez (Gn 3.21). Em segundo, há um valor de beleza e estilo naquilo que Deus criou. Veja como Deus cobriu os animais e as flores. Em terceiro lugar, não devemos ser provocativos, nem fazer com que os outros tenham pensamentos libidinosos. Em quarto, não devemos sugerir que a beleza exterior é mais importante que a beleza interior (Pe 3.3; 4.1; Tm 2.9-10). Em quinto, não devemos ostentar roupas caras enquanto outros não têm o que vestir. E, finalmente, não devemos usar roupas para elevar o nosso ego nem para nos sentirmos superiores em relação aos outros.<br />
Nunca estudei moda especificamente, mas esses pensamentos vêm à tona à medida que respondo a essas perguntas. A Bíblia apenas nos dá orientação, por isso é muito emocionante poder colocar esses ensinamentos em prática. Há inúmeros exemplos de grupos que pensam que o vestuário cristão significa usar roupas que não reflitam nenhum traço de personalidade, fazendo-as lúgubres e sem forma, mas eu não acho que essa seja a aplicação correta desses princípios.<br />
Sobre a questão da prostituição e do homossexualismo, não concordo que isso necessariamente faça parte do mundo fashion. Você não tem que ter nenhum vício nem estar propenso a algum tipo de pecado para ser capaz de elaborar roupas. Talvez a pergunta seja: se há tantas pessoas no mundo da moda, isso o torna um meio perigoso? Depende do quão suscetível às influências um cristão possa ser. Você precisa ser realista no que diz respeito à sua fraqueza. As pessoas costumavam dizer que os teatros eram pontos de encontro de prostitutas, razão pela qual os puritanos tentaram fechá-los. Ninguém diria isso hoje em dia. Se houvesse mais cristãos no mundo, talvez fossem as prostitutas que estivessem mais preocupadas com o próprio espaço nesse universo. O vestuário é algo fundamental, por isso o seu processo de criação e fabricação deve ser algo bom, não havendo razão alguma pela qual algum pecado em particular deva integrar o mundo fashion. </strong><br />
<em>ENFOQUE – Quais são as maiores demonstrações de criatividade na Bíblia?</em><br />
<strong>STEVE TUNER – A Bíblia em si. A mistura de história, oração, música, poesia, biografia, leis, cartas e visões é que criam esse “livro” tão especial.</strong><br />
<em>ENFOQUE – Como os cristãos podem se mostrar eficientes nas artes?</em><br />
<strong>STEVE TURNER – Da mesma maneira que não-cristãos tornam-se bons em alguma arte. Aprendendo com o passado, aprendendo com o seu ofício, absorvendo tudo o que é possível, sendo aberto a críticas, conhecendo-se a si próprio e desenvolvendo uma visão mais abrangente de mundo. Há um erro comum que consiste no fato de as pessoas imaginarem que os cristãos buscam evitar o trabalho árduo, limitando-se a orar. Há muita verdade no ditado que diz “Deus ajuda quem cedo madruga”. Paulo estudou as Sagradas Escrituras até que Deus o acolheu como preciosa matéria-prima e fez dele uma pessoa fundamental na história cristã. </strong><br />
<em>ENFOQUE – Quando a arte é prejudicial à vida cristã?</em><br />
<strong>STEVE TURNER – A arte pode ser perigosa, assim como a comédia. Ela ultrapassa o nosso sistema de defesa. Nós entramos em contato com uma idéia que não pode ser refutada. Contudo, se algo é considerado como obra de arte, nós a imaginamos como sendo moralmente neutra, mesmo que ela tenha, de forma discreta, elementos que vão de encontro a nossos princípios morais.</strong><br />
<em>ENFOQUE – Qual a melhor forma de utilizar a arte na igreja?</em><br />
<strong>STEVE TURNER – As artes já são utilizadas na igreja, quando entoamos uma canção, assistimos a um vídeo ou construímos uma nova igreja. Nessas três citações utilizamos a mão-de-obra desses artistas. Por isso, cristãos que são artistas podem sempre melhorar a qualidade de tudo, desde capas de livros, músicas ou revistas cristãs. Desde que haja cristãos trabalhando no meio artístico, acho salutar que a igreja crie possibilidades de discussão. A Igreja ora pelos artistas. Ela é capaz de os entender, encorajar e ouvir, pois os artistas estão em mais freqüente harmonia com suas respectivas culturas. No entanto, não vejo o trabalho dos artistas na cultura como algo que deva ser organizado pela igreja. Quando realizo o meu trabalho, sou como o encanador ou o médico cristão. Busco entender meu próprio trabalho da maneira cristã de fazê-lo e eu acho que estou indo bem.</strong><br />
<em>ENFOQUE – Atualmente têm surgido, em especial em países de primeiro mundo como Estados Unidos, Austrália e Europa, as chamadas Igrejas Criativas, citando Lakewood, LifeChurch e Hillsong. Algumas delas investem muitos recursos no desenvolvimento de arte, seja ela radiodifusiva, virtual, musical, teatral, cinematográfica ou editorial. Como você vê esta “nova geração de igrejas”? </em><br />
<strong>STEVE TURNER – É perigoso tornar a igreja em outra experiência criativa, imaginando que podemos competir com Hollywood e que devemos fazer tudo o que pudermos para chamar a atenção das pessoas. Embora eu ache que devemos sempre melhorar a comunicação, tenho consciência de que não podemos jamais deixar de confiar na poderosa Palavra de Deus. Eu lembro de um musical a que assisti há muitos anos que dizia: “Tudo é efeito, mas sem efetividade”. Nós devemos evitar isso. </strong></p>
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		<title>O cristão e as artes &#8211; Revista Enfoque Gospel &#8211; Edição de Agosto 07</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2007 17:29:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[W4 Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[É consenso no mercado que é praticamente impossível, para uma pequena editora, emplacar qualquer matéria editorial em revistas de circulação nacional. Resenhas, indicações de leitura, pautas para matérias&#8230; Normalmente, esses espaços são ocupados pelas grandes editoras. Muitas vezes, pela qualidade do que publicam, mas os &#8220;jabás&#8221; e motivações comerciais estão se tornando, a cada dia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="10" src="http://www.w4editora.com.br/imagens/enfoque_ago07.jpg" align="left" vspace="1" border="1" />É consenso no mercado que é praticamente impossível, para uma pequena editora, emplacar qualquer matéria editorial em revistas de circulação nacional. Resenhas, indicações de leitura, pautas para matérias&#8230; Normalmente, esses espaços são ocupados pelas grandes editoras. Muitas vezes, pela qualidade do que publicam, mas os &#8220;jabás&#8221; e motivações comerciais estão se tornando, a cada dia, muito mais comuns, no &#8220;reinos das revistas&#8221;.<br />
É por isso que a edição de agosto da revista <a href="http://www.revistaenfoque.com.br" target="_blank">Enfoque Gospel</a> é tão especial para toda equipe da <strong>W4 Editora</strong>. A matéria de capa, mais a seção de entrevista, <u><strong>totalizando 10 páginas</strong></u>, foram baseadas no livro <a href="http://www.w4editora.com.br/cristianismocriativo.html" target="_blank">Cristianismo Criativo?</a>, de Steve Turner, lançado em maio na Livraria Cultura.<br />
Na entrevista, o leitor poderá conhecer um pouco mais da visão de Turner sobre a relação artes X cristianismo e, na matéria escrita pelo jornalista Oziel Alves, como a Igreja está tratando seus artistas.<br />
Tenho a certeza da importância dessa discussão para o futuro da Igreja e do seu papel na sociedade. Sendo assim, a <strong>W4 Editora </strong>que tem como missão produzir conteúdo que auxilie essa sinergia entre liderança da igreja e artistas cristãos, além da publicação de livros sobre essa temática, tem apoiado eventos que promovam reflexão sobre este assunto.<br />
A relevância dessa discussão e, conseqüentemente do livro <a href="http://www.w4editora.com.br/cristianismocriativo.html" target="_blank">Cristianismo Criativo?</a>, pode ser comprovada por esse espaço, numa revista com tiragem de 50 mil exemplares e circulação em todo território brasileiro. Encorajo você a comprar a revista, ler a matéria e dar um <em>feedback </em>à redação da Enfoque, capitaneada pela jornalista Virgínia Rodrigues, deixando sua mensagem no <a href="http://blog.revistaenfoque.com.br/?p=51" target="_blank">blog da revista</a>.
<p>
E é claro, também incentivo você a <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1939305&amp;ST=SR&amp;franq=131024" target="_blank">adquirir</a> o livro e a estudá-lo, junto com seus amigos artistas.
<p>
<a href="http://blog.revistaenfoque.com.br/?p=51" target="_blank">Clique aqui</a>, para ler a entrevista.</p>
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		<title>W4 Editora é destaque na Revista Ultimato</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2007 22:03:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Revista Ultimato &#8211; uma das principais revistas do segmento cristão, pela acurada linha editorial, qualidade das suas matérias e relevância no meio eclesiástico &#8211; destaca &#8220;Cristianismo Criativo?&#8221; na coluna Vamos ler! da edição de julho/agosto. Na resenha do livro, o jornalista Sérgio Pavarini captou bem o espírito do livro e registrou: &#8220;A apresentação foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="10" src="http://www.ultimato.com.br/inc/img_largura.php?imagem=image/revistas/Capa_ult307.jpg&amp;largura=148" align="right" vspace="5" border="1">A Revista Ultimato &#8211; uma das principais revistas do segmento cristão, pela acurada linha editorial, qualidade das suas matérias e relevância no meio eclesiástico &#8211; destaca &#8220;Cristianismo Criativo?&#8221; na coluna Vamos ler! da edição de julho/agosto.
<p>
Na resenha do livro, o jornalista Sérgio Pavarini captou bem o espírito do livro e registrou:
<p>
<strong>&#8220;A apresentação foi impecável. A nova solista mandou bem e a galera do coral estava feliz com o supertalento que Deus havia enviado para o grupo. Findo o culto, uma aprendiz de Mical me puxa num canto e pergunta: &#8216;Há quanto tempo aquela solista é crente?&#8217; — com indisfarçável ênfase negativa na palavra &#8216;aquela&#8217;&#8230;<br />
Influenciado pelo historiador de arte holandês Hans Rookmaaker, Francis Schaeffer discordaria desse tipo de questionamento. Ao analisar uma manifestação artística, o autor de A Morte da Razão formulou outra proposta. &#8216;Em vez de perguntar: ‘Este artista é salvo?’, pergunte-se: ‘Esta obra de arte tem qualidade em termos técnicos?&#8217;<br />
A teoria está no livro <a href="http://www.w4editora.com.br/cristianismocriativo.html" target="_blank">Cristianismo Criativo?</a> (W4 Editora), de Steve Turner. Sem piedade, o escritor implode várias teorias em voga no problemático meio artístico cristão — se é que ele existe. Com a preguiça mental nas alturas, uma pá de gente prefere atribuir a maioria dos problemas nessa área ao Diabo. O artifício é tão cômodo quanto inútil&#8230;&#8221;</strong></p>
<p><span id="more-70"></span><br />
Vivemos um tempo caracterizado pelo ativismo frenético. Mesmo nas igrejas, alguns incautos crêem que a quantidade é substituto adequado para a qualidade. Com isso, o tempo é desperdiçado em programas seqüenciais e os fins são displicentemente substituídos pelos meios. Maquiavel virou apóstolo&#8230;<br />
&#8216;Acredito que a maior armadilha do Diabo não é nos levar para o mal, mas nos fazer perder tempo. É por isso que se esforça tanto para fazer com que os cristãos sejam religiosos. Se ele conseguir entorpecer a mente do homem pelo hábito, impedirá que seu coração se ligue a Deus.&#8217; A reflexão de Donald Miller em Como os Pingüins me Ajudaram a Entender Deus (Thomas Nelson Brasil) ilustra com clareza a rotina de quem labuta no ministério de música. Esfolados e esfalfados, verbalizam nos cultos frases feitas com a mesma mecanicidade que a mão do tecladista repete formações básicas de acordes&#8230;<br />
Brennan Manning é ainda mais incisivo ao avaliar a (ir)relevância da igreja: &#8216;O cristianismo hoje é basicamente inofensivo, um tipo de religião que jamais transformará coisa alguma&#8217;. Em Convite à Loucura (Mundo Cristão), o escritor lembra as palavras de Catherine de Hueck Doherty: &#8216;É como se o mundo precisasse de loucos — loucos por Cristo! Loucos pelo amor de Deus! Pois são tais loucos que mudam a face da terra&#8217;. Como o panorama desértico será transformado quando milhares de cristãos aceitarem esse convite!&#8230;<br />
&#8216;Por que deveríamos esperar conhecimento sem questionamento e sucesso sem diligência? Embora generosa, a mão da Providência não nos concede seus dons para seduzir-nos à preguiça. Ela concede seus dons para nos despertar para o esforço.&#8217; A advertência de William Wilberforce em Cristianismo Verdadeiro (Editora Palavra) sinaliza que a preocupação com a falta de efetividade já dura bastante tempo. Nascido em 1759, Wilberforce lutou durante 18 anos para ver os escravos livres na Grã-Bretanha e sua trajetória poderá ser conferida em breve no filme Amazing grace, título de sua composição mundialmente famosa. Ah, se todos os músicos fossem além da trivialidade&#8230;<br />
Com o coração incandescido pelas possibilidades, lembro que há esperança enquanto predominam as reticências&#8230; e antes de o Senhor colocar seu ponto final em nossa breve passagem por esta deliciosa aventura chamada &#8216;vida&#8217;.&#8221;<br />
Em tempo: a Revista Ultimato conquistou neste ano o Prêmio Areté, na categoria Revista.<br />
]]></content:encoded>
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		<title>Como avaliar a arte cristã?</title>
		<link>http://www.w4editora.com.br/blog/2007/05/20/como-avaliar-a-arte-crista/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2007 11:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A seguir, texto escrito pelo Mark Carpenter na sua coluna Arte e Cultura da revista Ultimato, onde ele cita o livro Cristianismo Criativo? Em janeiro de 2006 escrevi neste espaço sobre a qualidade lamentável da arte cristã. Recebi muitos e-mails de leitores igualmente incomodados com a baixa qualidade da música, arte plástica, poesia e outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img vspace="10" src="http://www.ultimato.com.br/image/revistas/Ult_306/Foto_Home_p52.jpg" align="left" hspace="5" border="1">A seguir, texto escrito pelo Mark Carpenter na sua coluna <a href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&amp;secMestre=1931&amp;sec=1954&amp;num_edicao=306" target="_blank">Arte e Cultura da revista Ultimato</a>, onde ele cita o livro Cristianismo Criativo?
<p>
Em janeiro de 2006 escrevi neste espaço sobre a qualidade lamentável da arte cristã. Recebi muitos e-mails de leitores igualmente incomodados com a baixa qualidade da música, arte plástica, poesia e outras expressões do meio evangélico. Alguns enviaram amostras que consideravam ser de categoria superior, e de fato me surpreendi com a qualidade de algumas delas.<br />
Ultimamente tenho refletido a respeito dos critérios de avaliação da arte cristã. Devemos aplicar à arte cristã os mesmos padrões estéticos usados pela crítica secular? Há elementos inerentes à arte cristã que devem ser analisados usando-se outros critérios?<br />
A <strong>W4 Editora</strong> está lançando o livro <a href="http://www.w4editora.com.br/cristianismocriativo.html" target="_blank">Cristianismo Criativo?</a>, do crítico inglês Steve Turner. O autor conclama a igreja a abrigar e a consumir arte cristã em todas as suas manifestações. Jornalista acostumado a entrevistar os maiores nomes da música popular, Turner acredita que poucos meios são mais eficazes para o evangelismo e para a agregação de cristãos. Lamenta que “uma compreensão cristã ainda está ausente tanto na arte comercial quanto nos campos experimentais&#8230; O jovem culto, na média, sente-se extremamente pressionado quando tem de citar um único roteirista, dramaturgo, coreógrafo, romancista, comediante ou pintor cristão contemporâneo, por mais que o cristianismo continue sendo a religião predominante tanto na Europa quanto nas Américas.” Turner revela uma predileção não pela qualidade estética da arte, mas pela sua capacidade de despertar emoções e ações daqueles que a contemplam. Essa dinâmica, posta a serviço da causa cristã, é uma força significativa num mundo cada vez mais voltado ao lazer e ao entretenimento.</p>
<p><span id="more-61"></span><br />
Descobri outro livro surpreendente, lançado pela Piquant em 2005, intitulado A Profound Weakness (“Uma fragilidade profunda”). Escrito pela professora de arte Betty Spackman, a obra é um estudo eloqüente sobre cristianismo e kitsch (definido por Houaiss como arte “que se caracteriza pelo exagero sentimentalista, melodramático ou sensacionalista”). Spackman acredita que a maior parte da arte criada por cristãos é de baixíssimo padrão estético, mas nem por isto menos importante como expressão religiosa de um povo que busca retratar até mesmo o inexprimível em objetos, palavras e imagens que provocam ou reforçam reações tidas como espirituais. O livro é ilustrado com exemplos dos mais excessivos: há bonequinhos, marca-páginas, anjinhos e adesivos. A conclusão de Spackman é curiosamente neutra. Ela não condena quem produz nem quem consome tais objetos, mas observa que o kitsch cristão quase sempre revela a ausência de uma compreensão bíblica sobre o que significa ser cristão.<br />
As vozes de Turner e Spackman se entrecruzam exatamente neste insight. Os critérios de avaliação não precisam ser estéticos, mas devem sempre ser bíblicos. Turner afirma: “o que a Bíblia nos fornece é, na verdade, mais substancial do que um minucioso manual. Ela apresenta doutrinas básicas que podem ser aplicadas a qualquer forma artística em qualquer época, e oferece o maravilhoso exemplar de si mesma”.<br />
Os padrões de excelência da criação e da revelação de Deus constituem o exemplo para o artista cristão e tornam irrelevantes quaisquer outros critérios.<br />
• Mark Carpenter é diretor-presidente da Editora Mundo Cristão e mestre em letras modernas pela USP.</p>
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		<title>Walk On é resenhado no O Globo</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Apr 2006 02:11:25 +0000</pubDate>
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Parece que o jornalista Rafael Rodrigues gostou mesmo do livro <a href="http://www.w4editora.com.br/walkon.htm">Walk On &#8211; A jornada espiritual do U2</a>. Depois de citar o lançamento, ocorrido no início de fevereiro, ele acaba de postar uma resenha no mesmo blog do jornal O Globo: <a href="http://oglobo.globo.com/online/blogs/paralelos/" target="_balnk">Paralelos &#8211; Literatura, Tendências e outros subtítulos</a>.<br />
Abaixo a transcrição da ótima resenha sobre o Walk On:<br />
A banda de rock irlandesa U2 não se envolveu em questões políticas e religiosas “de uns tempos pra cá”. Bono Vox, vocalista do U2, não é um oportunista em busca de um Prêmio Nobel da Paz. Se você pensa dessa maneira ou ouviu alguém dizer isso, seus problemas acabaram.<br />
“<strong>Walk On – A jornada espiritual do U2</strong>” (W4 Editora, 188 págs.) esclarece essas e outras questões. Escrito por Steve Stockman, ministro presbiteriano na Irlanda, o livro traça um paralelo entre a carreira do U2 e a relação de seus integrantes com religião e política.<br />
Nascido em Dublin, na Irlanda, no final dos anos 70, o U2 tem, desde seu primeiro disco (“Boy”), escrito letras inspiradas na fé de seus integrantes (o cristianismo), nos acontecimentos que presenciaram na Irlanda e, posteriormente, no mundo.<br />
(“Boy”, aliás, foi gravado numa época em que os membros da banda – exceto Adam Clayton, baixista – faziam parte de um grupo de estudos bíblicos).<br />
A religião quase foi responsável pelo fim do U2. “Enquanto a banda estava fazendo uma turnê, entre ‘Boy’ e a gravação de ‘October’ – segundo álbum do da banda –, um membro da comunidade da região norte de Dublin dizia ter recebido uma profecia de que Deus queria que a banda parasse de tocar.”<br />
O U2 não parou, e aquele foi um momento decisivo para o grupo. E então eles sentiram na pele que, se seguida a ferro e fogo, a crença religiosa pode ser um grande problema. De certa forma, os integrantes do U2 romperam com uma religião específica em “October”, mas não romperam com a fé que os moviam – e os move até hoje. É nesse álbum que Bono canta “Somente em você eu me completo”, dirigindo-se a Deus.<br />
“War”, terceiro disco da banda, é o mais rebelde dos álbuns do U2. Em 1983, Bono declarou “Eu penso que, no final das contas, o grupo é totalmente rebelde por causa de nossa postura contra aquilo que as pessoas entendem ser rebeldia. Aquela coisa toda de estrelas do rock jogando seus carros dentro da piscina – isso não é rebeldia&#8230; Rebeldia começa em casa, em seu coração, em sua recusa de comprometer suas crenças e seus valores&#8230;”. É em “War” que está “Sunday Bloody Sunday”, música inspirada em duas datas terríveis para a memória dos irlandeses, e uma das mais famosas músicas do U2.<br />
Tudo isso é explicado por Steve Stockman. Citando versos de canções e declarações dos integrantes da banda, além de, é claro, muita pesquisa.<br />
Mas não se trata apenas de um livro sobre o U2. Ele não se resume a isso. “<strong>Walk On – A jornada espiritual do U2</strong>” é quase que um livro de História contemporânea, tamanhas são as referências que o autor faz a fatos históricos do século XX e início do século XXI.<br />
Mais que uma análise das mensagens religiosas e políticas por trás dos álbuns do U2, o livro força o leitor questionar a religião em sua essência e a sua própria postura religiosa. O que o torna uma obra universal, pois apesar de estar ligada às canções da banda irlandesa, ela faz reflexões acerca da influência que a religião exerce sobre as pessoas em todo o mundo, e NO mundo.<br />
De brinde, ainda conta detalhes da carreira dos quatro rapazes de Dublin.<br />
Livro fundamental para os fãs da banda, altamente indicado para quem gosta de literatura e, de quebra, uma boa base para aqueles que questionam o posicionamento cristão.</p>
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		<title>Deu na mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Mar 2006 18:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[W4 Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu n&#8217;O Globo online Dentro do blog Paralelos, pertencente ao maior jornal do Rio de Janeiro, O Globo, postou na coluna Ponto e Vírgula a informação sobre o novo livro &#8220;Walk On &#8211; a Jornada Espiritual do U2&#8243;. A coluna Ponto e Vírgula é especializada na discussão de &#8220;literatura, tendências e subtítulos&#8221; no ambiente virtual. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="40" src="http://www.w4editora.com.br/imagens/paralelos.bmp" vspace="5" border="1">
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<strong>Deu n&#8217;O Globo online</strong><br />
Dentro do blog Paralelos, pertencente ao maior jornal do Rio de Janeiro, O Globo, postou na coluna Ponto e Vírgula a informação sobre o novo livro &#8220;Walk On &#8211; a Jornada Espiritual do U2&#8243;. A coluna Ponto e Vírgula é especializada na discussão de &#8220;literatura, tendências e subtítulos&#8221; no ambiente virtual.
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<strong>Também deu no Jornal da Tarde</strong><br />
Todo aficcionado pelo U2 tem, pelo menos, 10 itens que não podem faltar em sua casa. Segundo o Jornal da Tarde divulgou em 14 de fevereiro, o livro &#8220;Walk On &#8211; a Jornada Espiritual do U2&#8243; leva a segunda posição, atrás apenas do DVD especial da tour Vertigo.
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<strong>Por fim, no FolhaTeen</strong><br />
Apesar do costumeiro mau humor dos jornalistas do FolhaTeen, fato que conquistou repercussão nas últimas duas semanas, o livro &#8220;Walk On- a Jornada Espiritual do U2&#8243; também foi publicado entre os destaques do caderno.</p>
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