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	<title>Blog da W4 Editora &#187; Cidadania</title>
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	<description>Especializada em conteúdo que trate das relações entre artes X cultura X cristianismo</description>
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		<title>A verdadeira Guerra da Adoração</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 11:29:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Leia a seguir, um trecho do livro “The Dangerous Act of Worship &#8211; Living God&#8217;s Call to Justice” que será publicado no Brasil pela W4 Editora. A tradução é livre e foi feita por mim! Esqueça a disputa entre cânticos contemporâneos e hinos tradicionais – o problema é: onde está a justiça? &#8211; Por Mark [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="10" src="http://www.w4editora.com.br/imagens/labberton.jpg" align="right" vspace="1"><br />
Leia a seguir, um trecho do livro “<u>The Dangerous Act of Worship &#8211; Living God&#8217;s Call to Justice</u>” que será publicado no Brasil pela <strong>W4 Editora</strong>. A tradução é livre e foi feita por mim! <img src='http://www.w4editora.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8-)' class='wp-smiley' /> <strong>Esqueça a disputa entre cânticos contemporâneos e hinos tradicionais – o problema é: onde está a justiça?</strong> &#8211; <em>Por Mark Labberton</em><br />
Em um culto de louvor que participei, minha atenção dirigiu-se ao entusiasmado líder do louvor. Ele começou o momento com uma oração, pedindo a Deus para nos levar à sua presença. Ainda com seus olhos fechados, enquanto a banda continuava a tocar, ergueu suas mãos e ofereceu sua oração de louvor a Deus.<br />
Foi aí que percebi que, enquanto cantava agitadamente, ele pisava os pés dos músicos que estavam atrás dele. Não apenas uma vez, mas repetidamente durante toda a música. E o pior, sem se desculpar, sem reconhecer o seu “tropeçar no espírito”. Ele estava apenas adorando ao Senhor, enquanto pisava no seu próximo.<br />
Não tenho dúvida de que o líder do louvor estava tão absorvido pela sua própria experiência de adoração que perdera a noção dos demais que estavam à sua volta. E este é exatamente o problema.<br />
Embora nossa paixão aparente por Deus, no final das contas nossa adoração parece ser, em grande parte, adoração a nós mesmos. Não assumimos que podemos adorar de uma forma que, mesmo encontrando Deus, nos distanciamos do nosso próximo. E, na verdade, foi esse padrão de adoração na vida de Israel que trouxe a eles o julgamento do Senhor. Adoração bíblica nos leva ao encontro a Deus, mas também ao próximo.<br />
O que é irônico e, especialmente pertinente, é que muitos debates sobre adoração são apenas formas indiretas de falarmos sobre nós mesmos, não sobre Deus. Nosso debate é se gostamos ou não do estilo do nosso culto de louvor semanal. É uma adoração de consumo, em vez de uma adoração de oferta. É uma expressão do gosto humano e, não reflete mais a glória de Deus.<br />
Se adoramos Jesus Cristo, então temos de viver como Jesus. De fato, Jesus disse em Mateus 25.31-46 que nosso louvor será medido de acordo com o que vivemos.<br />
O epicentro da guerra sobre adoração é esse: nossa prática de adoração está separada do nosso chamado à justiça e, o pior, promove as tendências à auto-indulgência da nossa cultura, em vez de nutrir uma vida de auto-sacrifícios em prol do Reino de Deus.
<p><span id="more-92"></span><br />
<strong>Paralizados nos bancos das igrejas</strong>
<p>
Eu não me excluo dessa crítica, nem por um momento. E nem a congregação à qual faço parte. Muitos de nós estamos simplesmente ocupados demais com nosso dia-a-dia. A não ser as grandes manchetes, poucos problemas mundiais calam em nossos corações. E, quando prestamos atenção, normalmente experimentamos uma avalanche de notícias sobre um interminável senso de necessidade e desespero vindo de lugares como Timor Leste, Darfur, Baixo-Saara, Bangladesh, Haiti.<br />
Admitimos que pessoas estão sofrendo no mundo. Mas, concluímos que o sofrimento “daquelas pessoas” não tem nada a ver com a gente; que morrer de fome nos campos de refugiados no Sudão é diferente do sofrimento das pessoas sem teto que encontramos no caminho para o nosso trabalho; que aquilo está além da nossa possibilidade de resposta ao sofrimento mundial.<br />
Parte dessa doença é este trágico raciocínio: em face das necessidades mundiais, se não podemos fazer tudo, então não podemos fazer nada. Ficamos paralisados, inertes.<br />
Enquanto isto, nosso mundo sofrido espera por um sinal de Deus na terra, “com grande expectativa que os filhos de Deus sejam revelados” (Rom. 8.19). O plano de Deus é que nós, a igreja, sejamos a evidência primeira da presença de Deus. Todo continente precisa de sinais concretos disto. Estatísticas surpreendentes sobre grilagem de terras e escravidão, má nutrição e fome, AIDS e prisões injustas são abundantes. Um abismo enorme entre a realidade atual do mundo e as preocupações da maioria dos cristãos na América do Norte.<br />
O chamado de Jesus para “ir e fazer discípulos” deve ser realizado num mundo como este. As boas novas que transforma vidas é o amor salvador de Deus em Jesus Cristo, que deseja transformar cada pessoa e cada coisa (inclusive toda forma de injustiça e opressão) em algo novo. Esta é a nossa esperança e comissionamento.<br />
A verdadeira crise na adoração é essa: será que as pessoas adorarão a Deus de uma forma que demonstrarão que estamos acordados? Adorando seu próximo em nome de Deus? Iremos adorar o Deus vivo enquanto ele nos pede “que façamos o que é direito, que amemos uns aos outros com dedicação e vivamos em humilde obediência ao nosso Deus”?<br />
Líderes de adoração talvez queiram focar apenas no que parece culturalmente e socialmente urgente. Mas, se fomos criados para adorar o Senhor de toda criação, o Salvador do mundo, então enquanto estamos checando o som ou refletindo em orações ou sermões, temos de permanecer firmes numa visão mais ampla do amor de Deus.<br />
<strong>O mundo na nossa adoração</strong>
<p>
Por muitos anos, recebo a cada domingo pela manhã um e-mail de missionários parceiros que apoiamos. Este casal e suas três filhas pequenas estavam vivendo e servindo junto às crianças em risco no Camboja. Um dos únicos emails que eu lia antes do culto era o seu relatório semanal. Eu lia como uma disciplina espiritual, como um pedacinho de misericórdia e verdade, como um lembrete e um chamado.<br />
Eu precisava liderar nosso culto de adoração em Berkeley com meu coração renovadamente tocado pela realidade do sofrimento do mundo, da urgência em ouvir e viver a esperança do Evangelho, e o alegre e custoso chamado para uma vida de sacrifício em nome de Jesus.<br />
A cada domingo eu desejo servir às pessoas nos primeiros bancos das igrejas e levá-los à transformadora presença do Senhor. O problema é: mas qual critério usar?<br />
As escrituras indicam que a resposta é: aqueles que se sentem abençoados pela adoração vivem vidas transformadas. A evidência não é apenas os comentários logo após o término do culto, mas se as pessoas estão realmente dando suas vidas pelos pobres e oprimidos de forma tangível.<br />
Num desses domingos, eu preguei sobre o Salmo 27, um salmo maravilhoso que descreve claramente o que é ter medo e encontrar o conforto de Deus. Tenho certeza que o sermão foi, pelo menos um “bom sermão”, talvez um “grande sermão”. Durante aquela semana eu fui a um jantar promovido pela International Justice Mission, uma organização cristã que busca justiça para pessoas que estão enfrentando várias formas de opressão.<br />
Elisabeth, uma bela jovem de 17 anos do sudeste da Ásia, falou à noite. Ela cresceu num lar cristão, memorizando versículos bíblicos, que se tornaram mais vivos durante os anos em que ela ficou seqüestrada, forçada a prostituir-se, escravizada em um miserável bordel. Enquanto ela falava, projetava imagens do seu quarto naquele bordel. Sobre a cama, onde ela era brutalmente maltratada, dia após dia, ela havia escrito estas palavras na parede: “O SENHOR Deus é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O SENHOR me livra de todo perigo; não ficarei com medo de ninguém. Quando os maus, os meus inimigos, me atacam e procuram me matar, são eles que tropeçam e caem”. São os versículos iniciais do Salmo 27.<br />
Relembrei o domingo anterior e o meu sermão sobre o mesmo salmo, lembrei dos medos que eu listara para as pessoas na minha igreja. Eram medos reais e legítimos, mas nenhum deles era tão enfático como os que Elisabeth enfrentara. Eu tinha como que uma imagem de um filme mudo na minha mente, ouvindo Elisabeth, enquanto visualizava um encontro de adoração da minha comunidade, em um domingo qualquer. Enquanto estávamos ocupados tentando estacionar nossos carros em Berkeley naquela manhã, uma tarefa “tão horrível” (como uma pessoa me disse recentemente), Elisabeth estava indo adorar do seu jeito. Ela achegava-se a Deus no seu quarto sem janelas, naquele bordel. E nós, na nossa igreja cheia de vitrais&#8230;<br />
Se nós enxergássemos a história de Elizabeth através das lentes da narrativa bíblica, perceberíamos que amar a Deus nos impulsionaria a amar Elizabeth. Não porque sua história nos provoca sentimento de compaixão, mas porque sua vida e circunstâncias reivindicam aqueles que adoram Jesus Cristo.<br />
<strong>Adoração como se o mundo dependesse disso</strong>
<p>
Verdadeiros adoradores aclaram o propósito de Deus e nossa parte nisso. Falsos adoradores, que podem ser encontrados facilmente tanto entre o povo de Deus quanto em qualquer outro lugar, nos levam a uma missão totalmente distorcida.<br />
Tome-se como exemplo o poder, por exemplo. Poder é um das mais profundas bênçãos de Deus e, portanto um dos principais alvos dos falsos adoradores; ou seja, tomam o poder e mal utilizam-no para outras coisas, além de honrar o Senhor e sua criação. O sofrimento de Elizabeth, e muito do nosso próprio sofrimento, tem a ver com o abuso de poder. Adoradores fiéis ajudam-nos a aclarar e limitar o poder humano em nossas mentes e corações. Falsos adoradores nunca fazem isso. Falsos adoradores determinam a injustiça, uma distorção ou aberração do poder. Adoradores fiéis perguntam se estamos vendo e vivendo a realidade de Deus ou a ficção criada pelas nossas próprias vidas decaídas. Quando nós ou qualquer outra pessoa além de Deus assume o papel principal, a vida nos “chicoteia” para fora da direção.<br />
Os efeitos da falsa adoração distorcem nosso senso de Deus, levando-nos a injustiças e sofrimento, orgulho e prepotência. Os prejuízos continuam implacavelmente. Não é a toa que Deus se enfureceu com Israel, ou com a Igreja, quando essa distorção foi perpetuada exatamente pelas pessoas que Ele tomou para si. Essa é a mensagem ardente de Isaías, Jeremias e Amós. Esta é o front da Guerra da Adoração que realmente interessa ao Senhor. A quem devemos temer?<br />
Outra distorção que a falsa adoração promove é essa: perdemos a noção do desejo que o Senhor tem em nos fazer testemunhas do seu amor e justiça. Deus quer que dos verdadeiros adoradores fluam vidas que sejam evidências, nesse mundo, do seu caráter justo e íntegro. A falsa adoração, em vez disso, leva à falsa representação: podemos falar no nome de Senhor, mas falhamos em mostrar a Sua vida. O profeta Isaías disse que, quando o povo de Deus faz isso, mentimos sobre o Deus que representamos (Isaías 5.20-23; 29.13-16).
<p>
Deus quer que os descendentes de Abraão sejam abençoados e abençoadores. O relacionamento que tinham com Deus era tanto para seu bem quanto para o bem daqueles que, através deles (e de nós, também) “sentiam e viam que o Senhor é bom”. O mundo deve ver e saber das coisas de Deus através das vidas e ações dos verdadeiros adoradores.<br />
<strong>Adoração que rearranja </strong>
<p>
Em uma viagem à Índia, conversei com um pastor sobre hábitos de leitura. Ele me disse: “se eu economizar por quatro meses, poderei comprar um livro cristão com o desconto que me dão. Nunca viajei para fora da Índia, mas já ouvi que nos Estados Unidos, algumas vezes compram livros e não os lêem”. E me perguntou com espanto: “Isso é verdade?” Murmurei alguma coisa para encobrir, enquanto eu pensava nos livros que existiam nas minhas prateleiras.<br />
Nossa preocupação não é saber se compramos livros e não os lemos, mas quantos compramos. Se vacinamos nossas crianças ou não, mas se podemos acompanhar o processo para comprová-lo nas escolas dos nossos filhos. Não é se nos alimentamos ou não, mas o quanto comemos além do que precisamos ou até mesmo queremos. Não é se temos cama, mas qual a cor do lençol. Se teremos a possibilidade de ouvir sobre o amor de Deus em Jesus Cristo, mas qual ministério, igreja ou meio de comunicação eu mais gosto. Algumas pessoas, no nosso País, não têm a possibilidade de fazer essas escolhas (um escândalo, por si só). Mas, a maioria das pessoas nos Estados Unidos, tem. Enquanto isso, milhões de pessoas do sudoeste asiático e outros países pobres não poderão, nunca, tomar as suas próprias decisões.<br />
Essa disparidade econômica e suas injustiças são questões para a adoração. De acordo com as escrituras, a principal forma de mostrarmos ou distingüirmos a verdadeira adoração da falsa adoração tem a ver com como respondemos aos pobres, oprimidos, negligenciados e esquecidos. E hoje não vejo esse tema borbulhando nas águas da adoração na Igreja americana. Mas justiça e misericórdia não são assessórios da adoração e, nem conseqüência do louvor. Justiça e misericórdia são intrínsecos a Deus e, portanto intrínsecos à adoração a Deus.<br />
Nossa adoração deve nos levar a uma maior misericórdia, a profundos atos de justiça, por aqueles que são os últimos da lista, os últimos a serem lembrados e os últimos a serem desejados.<br />
A vigorosa adoração bíblica deve parar ou ao menos redirecionar nosso consumismo sem fim, de forma a fazer que nossas livres e fiéis escolhas sejam “gastar menos” para assim podermos “dar mais”. A reputação da nossa comunidade, como as escrituras sugerem, deveria ser a de compromisso com aqueles que perseguem a justiça, com os oprimidos, pois isso é o que significa sermos o Corpo de Cristo na terra. Não deveríamos nos enganar, pensando que isso é suficiente para nos levar ao coração de Deus, sem que nossas vidas mostrem ao mundo o coração desse Deus.<br />
<strong>Mark Labberton é pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Berkeley, Califórnia.</strong><br />
Fonte: <a href="http://www.christianitytoday.com/le/2007/003/7.81.html" target="_blank">LeadershipJournal.net</a></p>
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		<title>Ganhamos!!!!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2007 15:41:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Amigos, compartilhamos com vocês nossa alegria pelo Prêmio Areté de Literatura 2007, na categoria Missões, vencido pelo livro Missão Integral &#8211; Ecologia &#38; Sociedade. Na última sexta-feira, parte da liderança dos principais players do mercado editorial cristão esteve reunida no Hotel Golden Tulip Paulista Plaza, para a cerimônia de premiação dos vencedores do Prêmio Areté [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="10" src="http://www.w4editora.com.br/imagens/arete_MI.jpg" align="left" vspace="1" border="1" />Amigos, compartilhamos com vocês nossa alegria pelo <strong>Prêmio Areté de Literatura 2007</strong>, na categoria Missões, vencido pelo livro Missão Integral &#8211; Ecologia &amp; Sociedade.
<p>
Na última sexta-feira, parte da liderança dos principais players do mercado editorial cristão esteve reunida no Hotel Golden Tulip Paulista Plaza, para a cerimônia de premiação dos vencedores do Prêmio Areté de Literatura 2007. Já tinhamos ficado muito contentes, pois nossos dois títulos inscritos haviam sido muito bem avaliados, ao ponto de serem escolhidos como finalistas em suas respectivas categorias. Mas, a alegria ainda estava para se completar, através do livro Missão Integral, uma parceria entre a W4 Editora e a <a href="http://pt.arocha.org/brasil/" target="_blank">ONG A Rocha Brasil</a>. Na foto, Paulo Brito, um dos organizadores do livro (com o maravilhoso troféu criado pelo designer Wagner Archela); Ana Claudia e eu.
<p>
O livro <strong>Walk On &#8211; A jornada espiritual do U2</strong>, que também era um dos finalistas na categoria Biografia/História, perdeu para um livro muuuuito legal da SBB &#8211; Sociedade Bíblica do Brasil: A Bíblia e sua História &#8211; O surgimento e o Impacto da Bíblia, uma obra em capa dura, com ilustrações e fotos maravilhosas que, pela sua qualidade, nos deixou um pouco menos decepcionados com a perda do troféu.
<p>
Mas, voltando ao Missão Integral&#8230; Esse livro é muito especial para nós (Lu, muito obrigado pela dica!), pois através dele, várias coisas aconteceram na W4 Editora. Uma delas, foi o privilégio de ter a ministra Marina Silva no nosso lançamento. Chique, né?<br />
Outra foi a decisão que tomamos de assumir nossa responsabilidade sócio-ambiental, após o contato que tivemos com todo o pessoal da ONG A Rocha Brasil. A partir do livro, decidimos que todos nossos lançamentos, reedições e mesmo material promocional seria impresso em papel ambientalmente responsável. Com certeza, o impacto na natureza desse gesto é pequeno, mas esperamos que outras pessoas se juntem a nós, nessa busca por um Cristianismo mais relevante na sociedade.
<p>
Agradecemos aos organizadores e autores do livro, ao capista, revisores, diagramador, ao pessoal da gráfica Assahi&#8230; Enfim, todos que contribuíram para o nosso primeiro (espero que, de muitos) <strong>Prêmio Areté de Literatura</strong>.
<p>
Se você quer conhecer mais sobre o livro clique <a href="http://www.w4editora.com.br/ecologiaesociedade.html">aqui</a>.</p>
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		<title>A W4 Editora apóia o Fórum Jovem de Missão Integral</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2007 16:35:46 +0000</pubDate>
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		<title>Bono, mais uma vez expressa o que é ser um verdadeiro cristão</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 10:54:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ENp7c6TtBHk] No último dia 2 de março, Bono recebeu o NAACP&#8217;s Chairman&#8217;s Award na 38a edição do NAACP Image Awards. Fundada em 1909, a NAACP &#8211; National Association for the Advancement of Colored People (algo como Associação Nacional para o desenvolvimento de pessoas negras) é uma organização de direitos civis americana cuja missão é &#8220;assegurar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ENp7c6TtBHk]<br />
No último dia 2 de março, Bono recebeu o NAACP&#8217;s Chairman&#8217;s Award na 38a edição do NAACP Image Awards. Fundada em 1909, a <a href="http://www.naacp.org" target="_blank">NAACP &#8211; National Association for the Advancement of Colored People</a> (algo como Associação Nacional para o desenvolvimento de pessoas negras) é uma organização de direitos civis americana cuja missão é &#8220;assegurar a igualdade de direitos políticos, educacionais, sociais e econômicos a todas as pessoas e eliminar o preconceito racial&#8221;.
<p>
Além do prêmio em si, um reconhecimento por tudo que a One Campaign está fazendo, um dos momentos especiais da entrega foi o discurso que Bono fez ao receber o prêmio, que você pode conferir no video acima e na transcrição do agradecimento abaixo. A tradução que fiz, como das outras vezes é livre, ok? Preste atenção na parte final do discurso&#8230; É de arrepiar&#8230;<br />
&#8230; Quando as pessoas falam da grandeza da América, eu sempre penso na NAACP&#8230;<br />
Veja, eu cresci na Irlanda, e naquela época a Irlanda estava dividida por uma linha religiosa, linhas sectárias. Jovens como eu eram desafiados pela visão derramada dos púlpitos da américa negra. E pela visão de um reverendo negro de Atlanta &#8211; um homem que se recusou a se entregar ao odio por que ele sabia que o amor faria<br />
um trabalho muito melhor. (aplausos) Essas idéias viajam, vocês sabiam? E elas me atingiram, claras como uma nota musical, e se alojaram na minha cabeça como uma música. Eu não pude arrancá-la. E esta é a Irlanda dos anos 70, onde eu cresci. Pessoas como eu olharam através do oceano para a NAACP, e aqui estou eu, hoje, e isso é maravilhoso. E muito, muito bom! (aplausos).
<p>
Bom, hoje, o mundo está olhando novamente para a NAACP. Nós precisamos da comunidade que ensinou ao mundo o que eram os direitos civis para nos ensinar, agora algo sobre os direitos humanos. Eu estou falando dos direitos de se viver como ser humano. O direito de se ter uma vida, ponto final. Estes são os desafios na Africa atual. Cinco mil e quinhentas pessoas morrem todos os dias de Aids, uma doença que pode ser prevenida e tratada. Aproximadamente um milhão de africanos, a maioria crianças morrem a cada ano de malária: morte por uma picada de mosquito&#8230;
<p><span id="more-48"></span><br />
E, não estamos falando de caridade, como vocês sabem. Estamos falando de justiça. É sobre justiça e igualdade. (aplausos). Agora, eu sei que os Estados Unidos ainda não resolveu todos os seus problemas, e eu sei que a Aids também está matando milhares de pessoas aqui nos EUA. E eu sei que os que mais sofrem são os afro-americanos, principalmente as jovens. Hoje, numa igreja em Oakland, eu vi algumas pessoas maravilhosas. Essa leoa, Barbara Lee (aplausos) deu uma volta comigo, junto com seu pastor, J.Alfred Smith, e posso lhe dizer que  foi a poesia e a fome de justiça da igreja negra foi uma grande inspiração para mim, um irlandes branco, quase rosa que cresceu em Dublin.
<p>
Esta é a verdadeira religião que não nos deixa dormir no conforto da nossa liberdade. &#8220;Ame seu próximo&#8221; não é apenas um conselho, e sim um mandamento. (aplausos e assobios). E isso significa muito. Significa que na aldeia global, teremos que começar a amar muito mais pessoas. Isto é o que isso significa. E é verdade, o Amor está vencendo. Dois milhões de americanos aderiram a One Campaign para acabar de uma vez com a pobreza e, hoje a NAACP está se comprometendo a trabalhar conosco. E você também pode. É verdade, o amor está vencendo! Porque onde você mora não deve ser a razão para dizer se você irá viver ou morrer.
<p>
E, àqueles nas Igrejas que continuam sentados, decidindo sobre a emergência ou não de se lutar contra a Aids, deixe-me falar do pulpito por alguns momentos. Por que, qualquer que seja a nossa idéia sobre quem é Deus, ou mesmo se ele existe, a maioria vai concordar que Deus tem um lugar especial para os pobres.
<p>
Os pobres estão onde Deus está. Deus está nas favelas, nas caixas de papelão utilizadas como casas. Deus está onde a esperança já se foi e as vidas está arrasadas. (aplausos em pé) Deus está com as mães que está infectou sua criança com um virus que irá ceifar ambas as vidas. Deus está no choro da destruição que ouvimos nos tempos de guerra. Deus, meus amigos, está com os pobres, e Deus está conosco se nós estivermos com eles.
<p>
Isto não é um fardo &#8211; isto é uma aventura! E não deixe ninguém dizer a você que isso não pode ser feito. Nós podemos ser a geração que acabou com a extrema pobreza! Obrigado!<br />
<strong>Transcrição Original:</strong>
<p>
&#8230;When people talk about the greatness of America, I just think of the NAACP&#8230;<br />
See, I grew up in Ireland, and when I grew up, Ireland was divided along religious lines, sectarian lines. Young people like me were parched for the vision that poured out of pulpits of Black America. And the vision of a<br />
Black Reverend from Atlanta&#8211;a man who refused to hate because he knew love would do a better job. (Applause). These ideas travel, you know? And they reached me, clear as any tune, lodged in my brain like a song. I couldn&#8217;t shake that. And this is Ireland in the 70s growing up. People like me looked across the ocean to the NAACP, and I&#8217;m here tonight, and that feels good. It feels very, very good! (Applause.)<br />
Well today, the world looks again to the NAACP. We need the community that taught the world about civil rights to teach it something about human rights. I&#8217;m talking about the right to live like a human. The right to live,<br />
period. Those are the stakes in Africa right now. Five and a half thousand Africans dying every day of AIDS, a preventable, treatable disease. Nearly a million Africans, most of them children, dying every year from malaria.<br />
Death by mosquito bite.<br />
And, this is not about charity, as you know here in this room. This is about justice. It&#8217;s about justice and equality. (Applause.) Now I know that America hasn&#8217;t solved all of its problems, and I know that AIDS is killing people right here in America. And I know the hardest hit are African Americans, many of them young women. Today the church in Oakland, I saw such extraordinary people. This lioness here, Barbara Lee (applause) took me around with her pastor, J. Alfred Smith, and may I say that it was the poetry and the righteous anger of the Black church that was such an inspiration to me, a very white, almost pink, Irish man growing up in Dublin.<br />
This is true religion, true religion will not let us fall asleep in the comfort of our freedom. &#8220;Love thy neighbor&#8221; is not a piece of advice, it&#8217;s a command. (Applause and cheers.) And that means a lot. That means that in the global village, we&#8217;re going to have to start loving a whole lot more people.<br />
That&#8217;s what that means. That&#8217;s right&#8211;its truth is marching on. Two million Americans have signed on to the One campaign to make poverty history, tonight the NAACP is signing up to work with us. And so can you. Its truth<br />
is marching on! Because where you live should not decide whether you live or whether you die.<br />
And to those in the church who still sit in judgement on the AIDS emergency, let me climb into the pulpit for just one moment. Because whatever thoughts we have about God who he is, or even if God exists, most will agree that God has a special place for the poor.<br />
The poor are where God lives. God is in the slums, in the cardboard boxes where the poor play house. God is where the opportunity is lost and lives are shattered. (Standing ovation.) God is with the mother who has infected a<br />
child with a virus that will take both their lives. God is under the rubble in the cries we hear during wartime. God, my friends, is with the poor, and God is with us if we are with them.<br />
This is not a burden&#8211;this is an adventure! And don&#8217;t let anyone tell you it cannot be done. We can be the generation that ends extreme poverty! Thank you.<br />
Fonte: <a href="http://howardempowered.blogspot.com/2007/03/bonos-naacp-chairmans-award-acceptance.html">howardempowered.blogspot.com</a></p>
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		<title>Ministra Marina Silva participa do lançamento do livro &#8220;Missão Integral: Ecologia &amp; Sociedade&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Dec 2006 10:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 24 e 26 de novembro, aconteceu o I Fórum Missão Integral: Ecologia &#38; Sociedade, que teve como convidada principal a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Um dos momentos mais importantes do evento foi o lançamento do livro Missão Integral: Ecologia &#38; Sociedade, publicação celebrada pela ministra, segundo a qual &#8220;através da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="1" vspace="1" src="http://www.w4editora.com.br/imagens/ministra.jpg"><br />
Entre os dias 24 e 26 de novembro, aconteceu o I Fórum Missão Integral: Ecologia &amp; Sociedade, que teve como convidada principal a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.<br />
Um dos momentos mais importantes do evento foi o lançamento do livro <a href="http://www.w4editora.com.br/ecologiaesociedade.html"><strong>Missão Integral: Ecologia &amp; Sociedade</strong></a>, publicação celebrada pela ministra, segundo a qual <em>&#8220;através da produção de mais literatura  cristã sobre meio ambiente é possível haver um congraçamento entre a educação ambiental, a Agenda 21 e o trabalho das igrejas”</em>.<br />
O objetivo do Fórum foi iniciar a articulação de líderes cristãos e profissionais de múltiplas áreas e propiciar um espaço de reflexão sobre a questão ambiental. Divididos em vários GTs, o encontro produzirá um documento que em breve será divulgado aqui no blog.<br />
Tenho a certeza que, como cristãos, temos um papel fundamental no desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária e isso passa, necessariamente, pela questão do meio ambiente.<br />
Na avaliação da ministra Marina Silva, o Fórum foi:<br />
<em>&#8220;uma boa nova para os nossos tempos de evangelização, para o nosso tempo de &#8216;culpados&#8217; com a sociedade do nosso tempo. Precisamos, cada vez mais, atuar de acordo com as necessidades gerais da população e, principalmente, com uma linguagem que seja capaz de acessar os corações e as mentes das pessoas. Se conseguirmos fazer isso com os corações e mentes de pessoas que atuam dentro das diferentes igrejas e têm sensibilidade para a questão ambiental, isso poderá fazer com que essa boa nova frutifique na Escola Bíblica dominical, nas programações das igrejas, na relação das igrejas com as comunidades e, sobretudo, no despertamento para que o Corpo de Cristo se conscientize do cuidado que tem de ter com as bênçãos que o Criador nos deixou e estão materializadas na natureza&#8221;</em>.<br />
Na foto, Billy Viveiros (editor do livro), a ministra Marina Silva e eu!</p>
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		<title>Missão Integral: Ecologia &amp; Sociedade</title>
		<link>http://www.w4editora.com.br/blog/2006/11/20/missao-integral-ecologia-sociedade/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2006 14:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[W4 Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana estamos lançando o livro Missão Integral: Ecologia &#38; Sociedade, durante o I Fórum: Missão Integral: Ecologia &#38; Sociedade promovido pelas ONGs A Rocha Brasil e Visão Mundial, com o apoio de diversas outras organizações, dentre as quais a W4 Editora. O objetivo é a articulação de líderes cristãos e profissionais de múltiplas áreas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="5" src="http://www.w4editora.com.br/imagens/capas/200px/ecologia_200.jpg" align="left" vspace="5" border="1" />Esta semana estamos lançando o livro <strong>Missão Integral: Ecologia &amp; Sociedade</strong>, durante o <a href="http://pt.arocha.org/brforum/index.html" target="_blank">I Fórum: Missão Integral: Ecologia &amp; Sociedade</a> promovido pelas ONGs <a href="http://pt.arocha.org/brasil/index.html" target="_blank">A Rocha Brasil</a> e <a href="http://www.visaomundial.org.br" target="_blank">Visão Mundial</a>, com o apoio de diversas outras organizações, dentre as quais a <strong>W4 Editora</strong>.<br />
O objetivo é a articulação de líderes cristãos e profissionais de múltiplas áreas para estimular e subsidiar a produção científica, teológica, cultural e de políticas públicas; e propiciar espaço para que pesquisadores, teólogos, políticos, professores, estudantes e formadores de opinião em geral reflitam sobre a questão ambiental em suas interfaces.<br />
Com o apoio do Ministério do Meio Ambiente, através da participação da Exma. Sra. Ministra Marina Silva, durante o fórum, o lançamento de <strong>Missão Integral: Ecologia &amp; Sociedade </strong>é um marco para os cristãos brasileiros e, em especial, para a <strong>W4 Editora </strong>, que a partir desta obra inicia o desenvolvimento de uma nova linha editorial com o tema Missão Integral.<br />
<strong><em>Sobre os autores</em></strong><br />
Organizado por Paulo Roberto Borges de Brito e Solange Cristina Mazzoni-Viveiros, o livro contém textos dos seguintes autores: Alexandre Brasil Fonseca, Arthur Pinto Chaves, Carlinhos Veiga, Damy Ferreira, Daniela Sanches Frozi, Eneida Gomes da Cunha Ramos, Éser Pacheco, Gínia César Bontempo, Guillean Prance, Marco Hernandéz, Miranda Harris, Paulo Roberto Borges de Brito, Peter Harris, Silvia Nassif Del Lama, Solange Cristina Mazzoni-Viveiros e Thaís Brito.<br />
<strong>Clique <a href="http://www.w4editora.com.br/ecologiaesociedade.html">aqui</a> e saiba mais sobre o livro.</a></font></strong><br />
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		<title>W4 Editora apóia (1) • Fórum &#8211; Missão Integral: Ecologia &amp; Sociedade</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Oct 2006 00:56:07 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um tempo em que poucos cristãos se preocupam com coisas que não são do &#8220;mundo espiritual&#8221;- como se pudéssemos dividir nossa vida, preocupações, desejos, sonhos e atuação apenas entre a esfera carnal e espiritual &#8211; temos de ser cristãos relevantes dentro e fora do ambiente eclesiástico. Uma maneira de contribuir com a sociedade é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.arocha.org/brforum/index.html" target="_blank"><img hspace="1" vspace="5" src="http://www.w4editora.com.br/imagens/arocha.gif"></a><br />
Em um tempo em que poucos cristãos se preocupam com coisas que não são do &#8220;mundo espiritual&#8221;- como se pudéssemos dividir nossa vida, preocupações, desejos, sonhos e atuação apenas entre a esfera carnal e espiritual &#8211; temos de ser cristãos relevantes dentro e fora do ambiente eclesiástico.<br />
Uma maneira de contribuir com a sociedade é nos envolvermos em assuntos como ecologia, educação, cultura, artes, política&#8230; tudo sem o esteriótipo que a sociedade criou (ou nós é que criamos?) do &#8220;crente&#8221;. Temos de ter Cristo em nossa essência e isso tem a ver muito mais com o conteúdo do que com a forma&#8230;<br />
Bom, mas o lance é o seguinte: a <strong>W4 Editora</strong> está apoiando um encontro de extrema relevância, que acontecerá entre os dias 24 e 26 de novembro: o <a href="http://pt.arocha.org/brforum/index.html" target="_blank">Fórum &#8211; Missão Integral: Ecologia e Sociedade</a>, promovido pela organização &#8220;A Rocha&#8221; e apoiado por instituições de prestígio, como Visão Mundial, MPC, ABU, Ultimato, dentre outras.<br />
Indico a todos que querem fazer diferença, principalmente em um assunto tão importante como meio ambiente.<br />
Clique no banner ou no link acima para saber mais e se inscrever.</p>
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		<title>Eleições 2006 &#8211; Decálogo do Voto Ético</title>
		<link>http://www.w4editora.com.br/blog/2006/09/25/eleicoes-2006-decalogo-do-voto-etico/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Sep 2006 12:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo domingo, acontecerá o primeiro turno das eleições. Como cristãos temos a responsabilidade de lutar por uma sociedade mais justa e igualitária e o nosso voto é uma das ferramentas mais eficientes que temos em nossas mãos, para mudar a situação da política atual. Já tenho o nome dos candidatos em quem irei votar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="5" src="http://www.moderna.com.br/moderna/caixamagica/caixa/bandeira/images/bandeira_brasil.gif" align="left" vspace="10" border="0" />No próximo domingo, acontecerá o primeiro turno das eleições. Como cristãos temos a responsabilidade de lutar por uma sociedade mais justa e igualitária e <strong>o nosso voto </strong>é uma das ferramentas mais eficientes que temos em nossas mãos, para mudar a situação da política atual.<br />
Já tenho o nome dos candidatos em quem irei votar e, uma das coisas mais importantes avaliadas foi a preocupação do candidato no coletivo e não em privilégios pessoais. A sua história, sua experiência no legislativo, a ausência do seu nome em escândalos&#8230; Todas variáveis importantes na minha equação de escolha. O candidato é evangélico? Bom, só isso não bastou&#8230; Se ele tem o perfil acima e, além disso é evangélico, ai sim ele teve chance de conquistar meu voto&#8230;<br />
Prá ajudar um pouco nosso povo, transcrevo o <strong>Decálogo do Voto Ético</strong>, redigido pela AEvB (Associação Evangélica Brasileira), em 1998, mas que ainda hoje é atual. <strong>Leia, reflita e vote!</strong> <u>Ah&#8230; Mais uma coisa, votar nulo é abrir mão da sua cidadania&#8230; Depois, não venha reclamar dos eleitos, já que você desistiu de contribuir pela democracia</u>.<br />
<strong>Decálogo do Voto Ético</strong><br />
I. O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cristão expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o cristão tem de seu País, Estado e Município;<br />
II. O cristão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que um líder da igreja tente conduzir o voto da comunidade numa outra direção;<br />
III. Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética e com discernimento. No entanto, devem evitar transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário;<br />
IV. Os líderes evangélicos devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar é orientar os cristãos a conhecerem bem a história, e principalmente a proposta de governo dos candidatos através de debates multi-partidários e outros meios que possibilitem que todos sejam ouvidos sem preconceitos.</p>
<p><span id="more-37"></span><br />
V. A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil deve levar os pastores a não tentar conduzir processos político-partidários dentro da igreja, sob pena de que, em assim fazendo, eles dividam a comunidade em diversos partidos;<br />
VI. Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidas com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica. É óbvio que a igreja tem interesses que passam também pela dimensão política. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais da igreja. Um político evangélico tem que ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um &#8220;despachante&#8221; de igrejas.<br />
VII. Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um político evangélico votou de determinada maneira, apenas porque obteve a promessa de que, em fazendo assim, ele conseguirá alguns benefícios para a igreja, sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades ou outros &#8220;trocos&#8221;, ainda que menores. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto, admitir que tais &#8220;acertos&#8221; impliquem na prostituição da consciência de um cristão, mesmo que a &#8220;recompensa&#8221; seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Afinal, Jesus não aceitou ganhar os &#8220;reinos deste mundo&#8221; por quaisquer meios. Ele preferiu o caminho da cruz;<br />
VIII. Os eleitores evangélicos devem votar em seus candidatos, sobretudo, baseados em programas de governo, e não apenas em função de &#8220;boatos&#8221; do tipo: &#8220;O candidato tal é ateu&#8221;; ou: &#8220;O fulano vai fechar as igrejas&#8221;; ou: &#8220;O sicrano não vai dar nada para os evangélicos&#8221;; ou ainda: &#8220;O beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos&#8221;. É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção de um candidato com o qual estejam comprometidos;<br />
IX. Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: &#8220;o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto&#8221;, é de bom alvitre que, ainda assim, se dê um &#8220;voto de confiança&#8221; a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. A fé deve ser prioritária às simpatias ideológico-partidárias.<br />
X. Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ele ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina.&#8221;</p>
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