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Arquivo de maio, 2008

W4 Editora apresenta seu mais novo autor: Gerson Borges

14, maio, 2008


Considerado um dos mais criativos artistas cristãos da atualidade, Gerson Borges é um “pastoetador”, como ele mesmo se define, ou seja, pastor, poeta e educador. Formado em letras e com pós-graduação em Literatura Brasileira, Gerson é um músico competentíssimo, grande amigo e um dos artistas pelos quais tenho o maior respeito e admiração.
Gerson chega para nos ajudar em diversos projetos da editora, sendo que o primeiro livro sairá ainda esse ano e conterá um CD de músicas inéditas, compostas pelo próprio Gerson e com a participação de um grupo de músicos da mais alta qualidade. Além disso, ele é o primeiro de uma série de autores brasileiros inéditos que serão publicados pela W4 Editora nos próximos anos.
A seguir, uma pequena entrevista feita com o mais novo integrante da família da W4 Editora:

W4 Editora: Gerson, me conte um pouco da sua trajetória nas artes e na igreja.
Gerson Borges: Comecei a tocar, compor e cantar na pré-adolescência, com 12, 13 anos. Nada demais: um violãozinho, acompanhando as músicas que a gente cantava nos cultos, nos grupos musicais da igreja. Mas logo percebi que podia me expressar com a música e a poesia.
Tímido, tinha coragem de dizer – cantando – coisas que não era capaz de falar. Logo vieram festivais estudantis e concursos de “música sacra”. Passei a compor pensando neles… nos prêmios. Coisa tola, é claro, mas no final das contas serviu para apurar o senso estético, o engenho poético, o conteúdo teológico, a harmonia e a gramática, já que tudo isso era julgado pelos jurados.
Aos 20 anos, venci um importante festival no SESC e gravei 3 canções, numa coletânea chamada “Música Viva!”, título de um programa na Rádio AM no Rio que ajudou a revelar a vida e a obra de Janires e do Rebanhão, por exemplo. Aí não parei mais: gravei um LP solo em 1991, independente, com meus amigos da Comunidade S8 e da IEC de Venda das Pedras, uma igreja muito musical e criativa e que muito me influenciou. Depois, mais um, em 1993, “Estrangeiros”, sempre com canções minhas, versando sobre adoração, relacionamento amoroso (coisa avançada para a época!) e a temática de missões.
Em 1998, já em São Paulo, co-produzi e compus a maioria das canções de “Povo de Deus, povo missionário”, com a IBBC , um álbum muito bom e que contou com a participação de novos amigos: Jorge Camargo e Guilherme Kerr, além de músicos de talento, como Joel Gisiger (oboé da OSESP) e Wagner Bertolino (agora radicado nos EUA). Depois vieram outros trabalhos, como “Tua presença vai me transformar” (2004) e “A volta do Filho pródigo” (2006), um musical produzido pelo João Alexandre e por mim, com músicas minhas e muitas participações (Jorge Camargo, Tiago Vianna, Josué Rodrigues e outros).
Além da música, preciso dizer que sou pastor (Comunidade de Jesus), ministro de louvor desde a juventude e tenho formação e atuação educacional-pedagógica em Letras (graduação) e Literatura Brasileira (pós-graduação).
Me defino como um pastoetador – pastor, poeta e educador. As três coisas formam uma só vocação e ministério. Estão uma integradas nas outras. Completam-se.
Compor, escrever (prosa e poesia), ensinar, pregar, tudo isso são caminhos de expressão da minha visão de unir vocacionalmente a “verdade da beleza e da beleza da verdade”. Essa é a minha busca, sonho e missão.

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O Batista Baiano destaca o livro ‘Cristianismo Criativo?’

7, maio, 2008


Motivados pelo conteúdo do livro Cristianismo Criativo? de Steve Turner, a edição 76 do jornal O Batista Baiano – informativo oficial da Convenção Batista Baiana -, que circulou entre os meses de março e abril, destacou, na sua matéria principal, o tema artes e Cristianismo.
Além de citar vários artistas regionais, o jornal também apresenta uma entrevista feita comigo… 8-) Confira a matéria, que no final indica o Portal Cristianismo Criativo e o livro O Coração do Artista, o que comprovou o posicionamento da W4 Editora como a principal provedora de conteúdo para o artista cristão!
Arte: uma forma de adoração
Pincel na mão, quadro à frente; uma câmera na mão, uma idéia na cabeça; microfone em punho, uma canção cheia de harmonia nos lábios; notebook sobre uma mesa, diálogos, cenários e metáforas brotando na mente e escorrendo para os dedos que digitam um novo livro ou os versos de uma poesia.
As diversas manifestações artísticas que vemos neste mundo podem ser um tremendo instrumento de expressão dos sentimentos e toda criatividade do ser humano. Indo mais além, a arte se transforma em louvor ao Deus Criador dos Céus e da Terra, que, como um Compositor, inspiradamente escreveu a sinfonia que é este mundo onde vivemos.
Apesar de pouco se ouvir a respeito de artistas cristãos na mídia secular, as rádios evangélicas e nossos próprios cultos comprovam que, pelo menos, muitos músicos temos em nosso meio. Mas: qual a qualidade da música que produzimos? Excelência artística não pode ser compatível com a melodiosa adoração, edificação, conscientização ou outras formas de comunicação artística dos homens com Deus e com seus semelhantes? Na reportagem especial que você pode ler nas páginas 6 e 7, a opinião de gente que se expressa com beleza e esmero em sua profissão e carreira.
Um trecho do livro “Cristianismo Criativo?”, da W4 Editora, escrito por Steve Turner, jornalista britânico que atua como crítico de arte e já entrevistou os mais famosos artistas da Europa, serve como apoio para um debate que, desejamos, chegue a seu grupo pequeno, à classe de Escola Bíblica Dominical, círculo de amigos. Nossas igrejas podem produzir e apreciar mais a arte, uma forma de adoração ao nosso Deus.

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