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Existe vida inteligente entre os artistas cristãos? |
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A W4 Editora convida você para o lançamento do livro Cristianismo Criativo? - Uma visão sobre o cristianismo e as artes. |
Um papo legal sobre o tema do livro com convidados especiais: Carlos Alberto Bezerra Jr - Médico, pastor da Comunidade da Graça, coordenador do Usina 21 e vereador em São Paulo. Participação musical - Jorge Camargo. Quando? Onde? |
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Imagine a arte que é arriscada, complexa e sutil. Imagine a música, os filmes, os livros e as pinturas da maior qualidade! Imagine a arte que permeia a sociedade, desafiando o pensamento convencional e os padrões morais em sua essência! Imagine tudo isso criado por cristãos!
Cristianismo Criativo? Será possível?
A resposta para essa pergunta você encontrará através da visão ousada de Steve Turner, alguém que tem trabalhado entre artistas – muitos cristãos e não cristãos – há três décadas. Para ele, os cristãos devem confrontar a sociedade e a igreja valendo-se do poderoso impacto que a arte pode causar. Turner acredita que a arte pode registrar fielmente a vida de pessoas comuns e, do mesmo modo, expressar a transcendência de Deus e, por isso os cristãos devem se envolver em todos os níveis do mundo das artes e em todos os meios de comunicação.
Contudo, a arte e os artistas nem sempre foram considerados com grande estima por cristãos conservadores. Entretanto, ao longo deste livro estimulante, Turner desenvolve uma tese instigante em que se Jesus é Senhor de toda a vida e criação, então, a arte não é algo ilícito aos cristãos. Pelo contrário, pode – e deve – ser uma forma de expressão da fé em palavras, sons e pontos de vista dispostos de modo criativo, gracioso e verdadeiro.
Este convite entusiasmado é uma leitura obrigatória para todo cristão que tem sido atraído para as artes ou por elas influenciado.
Sobre o autor
Steve Turner é um jornalista e crítico inglês que tem escrito sobre música, por mais de 30 anos, entrevistando músicos como John Lennon, Paul McCartney, Eric Clapton, Bono e Van Morrison. Seus artigos têm sido publicados em diversas revistas, como Rolling Stone e New Musical Express. Em 1988, foi convidado por Bono para escrever um livro sobre a turnê Rattle and Hum e, desde então já produziu diversos livros na área musical, como: Hungry for Heaven; Conversations with Eric Clapton; U2: Rattle and Hum; Van Morrison: Too Late to Stop Now; A Hard Day's Write: The Stories behind the Songs of the Beatles e The Man Called Cash, uma biografia autorizada de Johnny Cash.
Clique aqui e leia o primeiro capítulo do livro
Para saber mais sobre o livro clique aqui

Clipado do UOL Música - Fonte: Ag. Reuters
DUBLIN (Reuters) - O grupo irlandês de rock U2 está acostumado a ser adorado por seus fãs, mas uma igreja em Dublin resolveu elevar essa adoração para um novo nível.
A Igreja Anglicana St George realizou no domingo o primeiro serviço religioso cristão baseado nas canções da banda, iniciando com uma versão da canção de inspiração gospel "I Still Haven't Found What I'm Looking For".
"Existe uma mensagem cristã profunda na música do U2", comentou Greg Fromholz, um líder de grupo de jovens cristão a quem a igreja pediu ajuda para organizar o evento.
"Eles estão sempre à procura de algo que vai além deles mesmos", disse ele à rádio estatal irlandesa.
O "U2charist", um conceito que se originou nos Estados Unidos, foi uma maneira de atrair os jovens de um modo culturalmente relevante para eles, disse Fromholz.
O vocalista do U2, Bono, que é cristão convicto, é conhecido por injetar um elemento de espiritualidade no trabalho da banda, e sua crença está subjacente às qualidades bíblicas de álbuns como "The Joshua Tree", de 1987.
Cerca de 150 pessoas lotaram a igreja para um serviço religioso de 90 minutos que teve gelo seco, efeitos de iluminação e as letras das canções exibidas em telões.
Muitos dos fiéis cantaram com o coral canções do U2 como "Peace on Earth", "Windows in the Sky", "Hallelujah (Here She Comes)" e a grande final, "One".
A reitora da igreja, reverenda Katherine Poulton, disse que o serviço foi um grande sucesso.
Nos últimos anos o número de fiéis que frequentam as igrejas na Irlanda vem caindo constantemente.
(Por Kevin Smith)